quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Bibliografia

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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Índice dos assuntos tratados

Índice dos assuntos tratados
Índice dos assuntos tratados

O Nado Livre

Análise Técnica do Estilo Livre

Posição do Corpo

Posição da Cabeça

Estudo do Trabalho de Pernas

O Corpo em Equilíbrio

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Estudo das Saídas e Viradas de Competições

Análise de Capacidade nos Estilos

O Velocista

Treinamento do Velocista

Características

O Fundista

Meio Fundista

Análise de Trabalho Nos Estilos

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento

Resistência

Velocidade

O Nado de Costas

Análise Técnica do Estilo

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Estudo das Saídas de Competições

Análise das Viradas

Análise da Chegada

Capacidade de Nado

Análise de Trabalho

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento

O Nado de Peito

Introdução

Posição da Cabeça

Estudo da Propulsão das Pernas

Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Saídas de Competição

Análise da Virada

Estudo da Chegada

Análise de Capacidade

Análise de Trabalho

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Propulsão de Braços

Treinamento

O Nado Borboleta

Análise do Estilo

Posição do Corpo

Posição da Cabeça

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Propulsão das Pernas

Estudo da Respiração

Estudo da Saída de Competição

Estudo da Chegada

Estudo das Capacidades

Análise de Trabalho

Aperfeiçoamento

Ilustrações

Coordenação Braço-Respiração

Treinamento

O Nado Medley (Misto)

Posição do Corpo

Estudo das Viradas

Análise de Capacidade

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento do Medley

Treinamento

Direção Técnica

Aperfeiçoamento

Treinamento da Equipe “A”

Tipo de Treinamento

Plano Anual de Treinamento

Planejamento Anual

Trabalho Físico

Treinamento de Nível

Limiar Anaeróbico

Tolerância ao Lactato

Ritmo de Competição

Velocidade

Preparação Física dos Nadadores

Elementos Componentes da Aquisição da Potência

Elementos Componentes da Aquisição da Força

Flexibilidade

Trabalho Fora d'água

Alongamento

Trabalho de Força

Sistema Isométrico

Exercícios Isotônicos

Exercícios Isocinéticos

Motivação

Nutrição

Aspectos de Saúde em Natação

Contusões

Otite

Tratamento

Ombro do Nadador

Resfriado

Bibliografia

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Os 10 Mandamentos do Técnico de Natação - Prof. David C. Machado

Os 10 Mandamentos do Técnico de Natação - Prof. David C. Machado

1º) Ser bem organizado

2º) Ser firme mas justo

3º) Mantenha sua serenidade

4º) Seja entusiasta. "Eu amo este esporte".

5º) Faça apreciações sinceras, mas sem lisonja e sem crítica

6º) Não tenha favoritos - fale a cada nadador em cada dia - Dar afeto

7º) Mantenha um interesse sincero

8º) Não grite com eles

9º) Não destrua a possibilidade de comunicação

10º) Veja seus nadadores por estas seis maneiras:

1 - Muita afeição;

2 - Criatividade;

3 - Segurança;

4 - Realização e reconhecimento;

5 - Novas experiências;

6 - Amor próprio.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Prefácio e Copyright

Prefácio e Copyright

David C. Machado



SPRINT




Natação Teoria e Prática Prefácio


Podemos afirmar que este material vem preencher as necessidades de um guia
para os cursos de Educação Física bem como atender a muitos profissionais
da área que atuam em Escolas de natação, clubes, academias e associações.
Vem atender também as expectativas de professores e técnicos,
com orientações básicas e importantes para um melhor desempenho da profissão.

Está incluso o conhecimento detalhado para o ensino dos estilos de competição,
noções sobre treinamento, planejamento, nutrição, motivação e aspectos
de saúde em natação.

Agradecemos ao Prof. David a oportunidade de permitir que compartilhemos
de toda a sua vida de experiências e conhecimentos dedicados à natação.

Prof. Dr. Oscar Amauri Erichsen

Professor Titular da Universidade Estadual de Londrina - Paraná

Doutorado na University of Wisconsin-Madison USA

Pós-Graduado na Pennsylvania State University - US Swimming USA

Coordenador técnico do Depto de Natação do Londrina Country Club - Paraná.

Curriculum David Machado

• Graduado em Educação Física pela Faculdade de São Carlos - S.P.

• Pedagogo pela Faculdade de Ciências e Letras de Taubaté - S.P.

• Especialização em Técnica Desportiva pela USP - SP.

• Professor da disciplina de Natação da Escola de Educação Física Santo André - 1973/1983.

• Técnico de Natação dos principais clubes de São Paulo, sendo campeão do Estado pelo Corinthians, Trianon Clube de Jacareí e Taubaté Country Clube.

• Primeiro técnico campeão do Estado de São Paulo pelo E. C. Pinheiros na categoria Mirim, Petizes.

• Cursos de especialização e extensão.

• Estudo do "Age Group" na Universidade de Santa Clara - USA -1969. - Jorge Haines

• Curso de Atualização de Natação - Santiago do Chile - James E. Counsilman - 1970 - (o nº 01 foi com George Haines).

• Natação para crianças excepcionais - Califórnia State College -Long Beach - Califórnia - USA - 1971 - Donald Gambril.

• Curso de Pós-Graduação sobre princípios científicos do treinamento de Nadadores de Competição - Indiana University - Usa, 1972. - James E. Counsislman.

• Curso de Atualização em Natação - Texas A&M University, 1976 - Dennis Fosdick.

• 2º Jornada Internacional de Medicina do Esporte. Porto Alegre,

1975.

• Curso de Ergometria. Professor Eduardo Henrique De Rosse. Porto Alegre, 1975.

• Curso de Atualização em Natação. James E. Counsilman. Curitiva, 1976.

• Curso de Organização de Programa de Natação - Exercícios em Terra - Psicologia do Treinamento. Marshall University - Huntington - West Virginia USA, 1980. Robert Saunders.

• Ministrou diversos cursos de natação no Brasil e no exterior.

Dedicatória



"A todos aqueles que comigo nadaram e acreditaram em mim, ofereço esta obra que representa muitos anos de trabalho.

Ao meu filho que não conseguiu ser um grande nadador, mas que sempre foi meu melhor amigo."

Ao meu irmão Decio que iniciou meus passos no estudo".

domingo, 25 de outubro de 2015

Quando o atleta pega um resfriado

Quando o atleta pega um resfriado

Resfriado

Há uma infinidade de vírus responsáveis pelo resfriado.

Um nadador que não experimenta o resfriado comumente, não é nadador, pois, o contato com a umidade e a diferença de temperaturas, são causas que originam a doença e como o atleta vive neste contato, só poderá estar sujeito a muitos resfriados.

Este mal pode ser comum ou desagradável, dependendo da forma que se manifesta. Quando é comum, o nadador não precisa afastar-se da piscina mais que 24 horas, mas quando apresenta sinusite, alta temperatura, calafrios fortes, coriza demasiada, dores de cabeça ou alteração na garganta, o treinamento precisa ser suspenso, pois trata-se de infecção forte e esta mina.o organismo, enfraquecendo-o e impossibilitando-o para o exercício longo e forte.

Nós não sabemos de nenhuma cura para o resfriado, mas seguir a orientação médica é o que melhor nos parece.

Ainda não há uma vacina específica para a prevenção do resfriado já que são muitos os vírus causadores, embora um trabalho tenha sido desenvolvido neste sentido. Continuamos pois, a bater na mesma tecla: cada um procure seu médico.

Embora o resfriado seja um mal comum, às vezes pode atacar o sinus, o ouvido médio ou outros locais de importância e tornar-se um caso sério por isso, nós, como técnicos, receosos de sérias complicações, evitamos que o nadador trabalhe durante estas crises, principalmente no inverno, e, quando o resfriado é trivial, não imprimimos treinamento muito forte para não desgastar o organismo afetado e aumentar o mal.

Bibliografia


sábado, 24 de outubro de 2015

Dores de Lado Dores no Estômago

Dores de Lado Dores no Estômago

Dores de Lado- Dores no Estômago- Joelho de Nadador- Dores na Articulação do Tornozelo.

Apresentam-se ainda, para o nadador que tém pelo menos um quinto de sua vida diária, em contato com a água, lesões nos olhos, como a conjutivite que normalmente é ocasionada por mau tratamento da piscina, permitindo a proliferação de fungos e virus que atacam o nadador.

Com respeito a fungos, é comum o conhecido "Pé de Atleta", a "Pelada"(queda dos cabelos em alguma parte), petisíase versicolos (mancha na pele), além de dores no estômago causadas pela deglutição de água.

Há também dores nas articulações do joelho e tornozelo que nós vamos enfatizar, apenas a primeira, já que a segunda é ocasionada por excesso de aplicação errada da posição dos pés e que pode ser corrigida com facilidade. A mais comum é conhecida como Joelho de Nadador.

Na grande maioria das vezes essa dor é adquirida pela movimentação da articulação do joelho durante o nado de peito e, principalmente por exageros técnicos que obrigam os nadadores desse estilo a realizações de exercícios fora d'água e grande utilização dos mesmos dentro d'água o que leva, invariavelmente, o nadador a uma lesão que, às vezes, obstrui sua carreira, mesmo antes de haver atingido seu maior grau.

Já sabemos que o maior responsável pela lesão dos joelhos em natação, é o nado de peito, desta forma, vamos, primeiramente, descrever a articulação e sua ação.

A articulação do joelho liga o fêmur com a tíbia, isto é, mais precisamente, os côndilos do fêmur e da tíbia. O perôneo não participa da formação da articulação a que nos referimos. A coxa e a perna são flexionadas e estendidas nesta articulação, por um eixo que corre transversalmente como uma Charneira dobradiça (articulação em charneira). Flexão na articulação do joelho significa dobrar a perna para trás (o calcanhar é aproximado da coxa). Extensão da articulação do joelho significa levar o pé e a perna para frente, até que a coxa e a perna formem uma linha reta. Por exemplo na postura ereta e na de deitar-se

com a perna estendida. Além disso, a perna pode ser girada ligeiramente (para dentro e para fora), na articulação do joelho, seguindo um eixo vertical. A articulação do joelho não é apenas a maior do corpo, mas tem também de exercer inúmeras e variadas funções: a atuação da perna no andar, no ficar em pé, etc., exige uma constante alternação na mobilidade por um lado e na estabilidade por outro. É característico na articulação do joelho que as superfícies arredondadas dos côndilos do fêmur não se adaptem perfeitamente às superfícies articulares da tíbia. Para compensar, encontra-se aqui inserida, entre dois côndilos correspondentes do fêmur e da tíbia, na borda externa e interna da articulação, uma cunha cartilaginosa em forma de meia lua (menisco).

Esses meniscos encontram-se concrescidos com a borda externa, proje-tando-se para dentro da cápsula articular. Eles aumentam, como colchões de bordos elásticos, a superfície articular da tíbia. Por esse processo, a pressão do peso do corpo, transferida da coxa para a perna, é distribuída igualmente e em uma superfície maior. Assim, as exigências estáticas feitas ao joelho, são múltiplas e elevadas. Por isso, as superfícies articulares são asseguradas por ligamentos fortes, tanto dentro da articulação como também na sua superfície externa.

Na articulação, internamente, há os ligamentos transversais; eles correm cruzando-se diagonalmente pela articulação e estão arranjados de tal forma a exercerem tração em quase todas as posições da articulação, sem que prejudiquem a sua mobilidade.

Nas superfícies laterais da articulação do joelho, encontram-se os ligamentos laterais externos e internos que correm em feixes de ligamentos muito fortes, lateralmente, à direita e à esquerda do fêmur para o perôneo, ao passo que, na superfície anterior corre o chamado "ligamento da rótula" (ligamento da patela), sobre a articulação do joelho. O ligamento da patela é um prolongamento tendinoso de um grupo de músculos do eixo anterior da coxa. Abriga o maior osso sesimóide do corpo, a rótula. A cápsula articular também é fortalecida entre os ligamentos, laterais e o ligamento da patela, por feixes de ligamentos. Todos os ligamentos na parede externa da articulação do joelho servem para sua fixação na posição ereta, ou seja, quando se estende a perna. Eles evitam que a perna se dobre, unindo a perna com a coxa. Na flexão eles relaxam e depois também permitem a rotação restrita da perna em relação à coxa, segundo um eixo vertical. (Anatomia e Fisiologia Para Profissionais da Equipe de Saúde - Dr. H. J. Von Brandis).

A prevenção de contusões é a mesma usada para a articulação do ombro e a cura, quando não tem o menisco afetado pode precisar, além dos meios já citados, alguma infiltração e até mesmo a operação do menisco se este for atingido.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Como prevenir o chamado ombro de nadador

Como prevenir o chamado ombro de nadador

A diferença entre o nado livre e o borboleta, está na rotação do ombro.

Supondo-se que um atleta normal com trabalho puxado, executa 15 braçadas para cada 25 metros, ou seja, 60 para cada cem metros e 600 por km, se ele realizar um treinamento diário de 10.000 metros, supondo-se que pelo menos 60% desta quantia se refere a costas, crawl e borboleta, isto é, 6.000 metros, quer dizer que o atleta realizará 3.600 movimentos de braçada de 2a feira a sábado, o que o faria realizar 21.600 gestos o que somará 10.800 para cada braço por semana.

Diante de uma execução tão grande, é evidente que pelo menos 20% dos nadadores, por vários motivos, esteja sujeito ao ombro do nadador. Assim, com episódios repetidos de "stress", esta parte tem que se sensibilizar.

As causas principais para que haja Ombro de Nadador, são:

a) Inadaptação ao treino.

b) Treinamento sem planificação.

c) Falta de seqüência no trabalho diário.

d) Uso excessivo dos Palmares

e) Técnica incorreta do nado.

f) Falta de alongamento nas sessões de trabalho.

g) Inabilidade da bolsa sub-deltóide para lubrificar o movimento.

Descanço e diminuição do trabalho, é nossa primeira atitude, mas a preparação fora d'água, com movimentos de flexibilidade e alongamento nos levará, não apenas a prevenir o trauma mas também a diminuir sua intensidade.

Com o aquecimento anterior ao exercício, vamos proporcionar um aumento do suprimento sanguíneo no local, o que aumenta os lubrificantes, estendendo as fibras musculares.

Aplicação de geloterapia auxilia na diminuição inflamatória, mas o tratamento com ultra-som é o mais indicado para a eliminação da dor.

Quanto a medicamentos como aspirina, indocim, butazolidina, tanderil e outros, devem ficar a critério médico e nunca ser ingerido por receita de técnico ou qualquer outra pessoa, uma vez que eles têm efeitos colaterais, sendo o mais comum deles, distúrbios estomacais.

Além dos medicamentos acima utilizados, existe ainda outros, por via muscular, injeções que são aplicadas na área dolorida que sempre contém agente anestésico e anti-inflamatório, mas reafirmamos ainda que tais drogas devem ser unicamente indicadas pelo médico. (Ombro de Nadador - Dr. Alan Richardson, presidente do Comitê de Medicina Esportiva da A.A.U., de natação competitiva - Swimming Worrld - março-abril - 1979).

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Problemas no ombro do nadador

Problemas no ombro do nadador

Ombro do Nadador

É comumente assim conhecido o problema causado por fortes dores na região da cintura escapular.

Uma pesquisa feita entre todos os participantes do Campeonato Mundial em Berlim Ocidental, ocasionou um relato de 60% deles como pessoas que passaram pelo problema.

Primeiramente, temos que compreender a anatomia do local para nos acercarmos do mal conhecido como Ombro do Nadador.

Como a maioria das articulações do corpo humano, ele é formado pela membrana sinovial, por uma cápsula grossa que a circunda e fixa nos ossos que o compõem. (Tratado de Fisiologia do Exercício pág. 232).

Os ossos que a formam são: A cabeça do úmero, superfície glenóide (que é parte da cápsula). A extensão da cápsula, chamada acrômio, fica sobre a cabeça do úmero. Em frente à glenóide, também fixada na cápsula há uma proeminência óssea, chamada apófise coradóide que serve como ponto de ligação para diversos músculos importantes no braço e no peito.

O ombro executa vários movimentos: Flexão, extensão, abdução, adução rotação externa e interna. Durante a execução de muitos deles, há outros simultâneos entre a cápsula e o tórax.

É evidente que qualquer articulação tem sua trajetória ligada a um grupo muscular que permite sua movimentação, desta forma, uma contusão pode atingir qualquer deles e até mesmo estender-se a todo grupo.

Os músculos rotadores do ombro, o sub-escapular, o supra-espinhoso, o infra-espinhoso e o teres menor, se ligam à cabeça do úmero mas têm sua inserção inicial na escápula.

É importante para a constatação do "Ombro do Nadador" saber que os rotadores do ombro estão ligados diretamente abaixo do acrômio.

Como os músculos acima citados, o bíceps tem dois pontos de origem e ambos próximos do ombro: o primeiro na apófise coracóide e o segundo atravessa a ranhura bicipital na cabeça do úmero.

O tendão que produz tendinite no bíceps é exatamente, o que atravessa a ranhura bicipital.

Um músculo também importante é o deltóide que tem origem no acrômio e se insere na parte superior do úmero.

Há dois grandes músculos responsáveis pela puxada em natação, o peitoral maior e o latíssimus dorsi que se inserem à frente do úmero e que também sofrem com a contusão a que aludimos.

Há outros como teres maior, o peitoral menor que influenciam no movimento da articulação do ombro também podem ser lesados pelo "Ombro do Nadador". O triceps, músculo de grande evidência no movimento do nado, se origina na cavidade glenóide e ajuda a estabilizar o ombro em conjunto com o movimento do cotovel. O grande trapézio estabiliza a cápsula e serve para elevar o ombro e o braço.

Diante de um complexo tão grande de músculos ativos, esta região mantém uma grande área de problemas em potencial que requerem do Técnico e do nadador, um grande cuidado.

Entre os movimentos que mais levam o atleta a adquirir o "ombro do nadadof, estão, em ordem de preferência, o borboleta, o livre e o costas. Durante a puxada do crawl, como no golfinho, o ombro gira por si só. Nesta fase, a força é proveniente da rotação interna do úmero, sendo completada largamente pelo grande peitoral, latíssimus dorsi e sub-escapular.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Tratamento da otite infecção no ouvido

Tratamento da otite infecção no ouvido

Tratamento

É evidente que o tratamento de uma infecção no ouvido deverá ser dirigida para médico especialista. O álcool para secar a umidade, o ácido acético (vinagre) para restaurar a cobertura ácida e anti-biótico para impedir a proliferação de bactérias, são agentes utilizados com frequência pelos médicos.

Se o canal tiver sofrido inchação, uma pequena mecha de algodão embebida em solução de acetato de alumínio, pode ser introduzida nele sendo mantida até a redução do inchaço, o que pode ocorrer de 24 a 48 horas.

Há necessidade de se tratar com rapidez, qualquer manifestação de infecção no ouvido, pois, desta forma, se evita logo, o crescimento de problemas e o tratamento apropriado manterá o nadador em atividade.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Como previnir a otite na natação

Como previnir a otite na natação

Para prevenção, propomos o seguinte:

1) Depois do treino, tenha certeza que toda água foi retirada, mas não escove seu ouvido.

2) Coloque 2 ou 3 gotas de álcool etílico em cada ouvido. Elas secam e enrijecem a pele.

3) Quando houver dor, usar remédio prescrito pelo médico que contenha steróide e anti-biótico. Se necessário, por solicitação médica, utilizar aspirina. Se preciso, deixar de nadar alguns dias, não algumas semanas.

4) Vamos repetir as palavras do Dr. Hughh O. Barber, do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Toronto:"lembre-se que nadar é mais importante que os secundários problemas de ouvido. Seja bravo e corajo!"