quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Bibliografia

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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Índice dos assuntos tratados

Índice dos assuntos tratados
Índice dos assuntos tratados

O Nado Livre

Análise Técnica do Estilo Livre

Posição do Corpo

Posição da Cabeça

Estudo do Trabalho de Pernas

O Corpo em Equilíbrio

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Estudo das Saídas e Viradas de Competições

Análise de Capacidade nos Estilos

O Velocista

Treinamento do Velocista

Características

O Fundista

Meio Fundista

Análise de Trabalho Nos Estilos

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento

Resistência

Velocidade

O Nado de Costas

Análise Técnica do Estilo

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Estudo das Saídas de Competições

Análise das Viradas

Análise da Chegada

Capacidade de Nado

Análise de Trabalho

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento

O Nado de Peito

Introdução

Posição da Cabeça

Estudo da Propulsão das Pernas

Propulsão dos Braços

Estudo da Respiração

Saídas de Competição

Análise da Virada

Estudo da Chegada

Análise de Capacidade

Análise de Trabalho

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Propulsão de Braços

Treinamento

O Nado Borboleta

Análise do Estilo

Posição do Corpo

Posição da Cabeça

Estudo da Propulsão dos Braços

Estudo da Propulsão das Pernas

Estudo da Respiração

Estudo da Saída de Competição

Estudo da Chegada

Estudo das Capacidades

Análise de Trabalho

Aperfeiçoamento

Ilustrações

Coordenação Braço-Respiração

Treinamento

O Nado Medley (Misto)

Posição do Corpo

Estudo das Viradas

Análise de Capacidade

Aprendizagem

Aperfeiçoamento

Treinamento do Medley

Treinamento

Direção Técnica

Aperfeiçoamento

Treinamento da Equipe “A”

Tipo de Treinamento

Plano Anual de Treinamento

Planejamento Anual

Trabalho Físico

Treinamento de Nível

Limiar Anaeróbico

Tolerância ao Lactato

Ritmo de Competição

Velocidade

Preparação Física dos Nadadores

Elementos Componentes da Aquisição da Potência

Elementos Componentes da Aquisição da Força

Flexibilidade

Trabalho Fora d'água

Alongamento

Trabalho de Força

Sistema Isométrico

Exercícios Isotônicos

Exercícios Isocinéticos

Motivação

Nutrição

Aspectos de Saúde em Natação

Contusões

Otite

Tratamento

Ombro do Nadador

Resfriado

Bibliografia

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Os 10 Mandamentos do Técnico de Natação - Prof. David C. Machado

Os 10 Mandamentos do Técnico de Natação - Prof. David C. Machado

1º) Ser bem organizado

2º) Ser firme mas justo

3º) Mantenha sua serenidade

4º) Seja entusiasta. "Eu amo este esporte".

5º) Faça apreciações sinceras, mas sem lisonja e sem crítica

6º) Não tenha favoritos - fale a cada nadador em cada dia - Dar afeto

7º) Mantenha um interesse sincero

8º) Não grite com eles

9º) Não destrua a possibilidade de comunicação

10º) Veja seus nadadores por estas seis maneiras:

1 - Muita afeição;

2 - Criatividade;

3 - Segurança;

4 - Realização e reconhecimento;

5 - Novas experiências;

6 - Amor próprio.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Prefácio e Copyright

Prefácio e Copyright

David C. Machado



SPRINT




Natação Teoria e Prática Prefácio


Podemos afirmar que este material vem preencher as necessidades de um guia
para os cursos de Educação Física bem como atender a muitos profissionais
da área que atuam em Escolas de natação, clubes, academias e associações.
Vem atender também as expectativas de professores e técnicos,
com orientações básicas e importantes para um melhor desempenho da profissão.

Está incluso o conhecimento detalhado para o ensino dos estilos de competição,
noções sobre treinamento, planejamento, nutrição, motivação e aspectos
de saúde em natação.

Agradecemos ao Prof. David a oportunidade de permitir que compartilhemos
de toda a sua vida de experiências e conhecimentos dedicados à natação.

Prof. Dr. Oscar Amauri Erichsen

Professor Titular da Universidade Estadual de Londrina - Paraná

Doutorado na University of Wisconsin-Madison USA

Pós-Graduado na Pennsylvania State University - US Swimming USA

Coordenador técnico do Depto de Natação do Londrina Country Club - Paraná.

Curriculum David Machado

• Graduado em Educação Física pela Faculdade de São Carlos - S.P.

• Pedagogo pela Faculdade de Ciências e Letras de Taubaté - S.P.

• Especialização em Técnica Desportiva pela USP - SP.

• Professor da disciplina de Natação da Escola de Educação Física Santo André - 1973/1983.

• Técnico de Natação dos principais clubes de São Paulo, sendo campeão do Estado pelo Corinthians, Trianon Clube de Jacareí e Taubaté Country Clube.

• Primeiro técnico campeão do Estado de São Paulo pelo E. C. Pinheiros na categoria Mirim, Petizes.

• Cursos de especialização e extensão.

• Estudo do "Age Group" na Universidade de Santa Clara - USA -1969. - Jorge Haines

• Curso de Atualização de Natação - Santiago do Chile - James E. Counsilman - 1970 - (o nº 01 foi com George Haines).

• Natação para crianças excepcionais - Califórnia State College -Long Beach - Califórnia - USA - 1971 - Donald Gambril.

• Curso de Pós-Graduação sobre princípios científicos do treinamento de Nadadores de Competição - Indiana University - Usa, 1972. - James E. Counsislman.

• Curso de Atualização em Natação - Texas A&M University, 1976 - Dennis Fosdick.

• 2º Jornada Internacional de Medicina do Esporte. Porto Alegre,

1975.

• Curso de Ergometria. Professor Eduardo Henrique De Rosse. Porto Alegre, 1975.

• Curso de Atualização em Natação. James E. Counsilman. Curitiva, 1976.

• Curso de Organização de Programa de Natação - Exercícios em Terra - Psicologia do Treinamento. Marshall University - Huntington - West Virginia USA, 1980. Robert Saunders.

• Ministrou diversos cursos de natação no Brasil e no exterior.

Dedicatória



"A todos aqueles que comigo nadaram e acreditaram em mim, ofereço esta obra que representa muitos anos de trabalho.

Ao meu filho que não conseguiu ser um grande nadador, mas que sempre foi meu melhor amigo."

Ao meu irmão Decio que iniciou meus passos no estudo".

domingo, 25 de outubro de 2015

Quando o atleta pega um resfriado

Quando o atleta pega um resfriado

Resfriado

Há uma infinidade de vírus responsáveis pelo resfriado.

Um nadador que não experimenta o resfriado comumente, não é nadador, pois, o contato com a umidade e a diferença de temperaturas, são causas que originam a doença e como o atleta vive neste contato, só poderá estar sujeito a muitos resfriados.

Este mal pode ser comum ou desagradável, dependendo da forma que se manifesta. Quando é comum, o nadador não precisa afastar-se da piscina mais que 24 horas, mas quando apresenta sinusite, alta temperatura, calafrios fortes, coriza demasiada, dores de cabeça ou alteração na garganta, o treinamento precisa ser suspenso, pois trata-se de infecção forte e esta mina.o organismo, enfraquecendo-o e impossibilitando-o para o exercício longo e forte.

Nós não sabemos de nenhuma cura para o resfriado, mas seguir a orientação médica é o que melhor nos parece.

Ainda não há uma vacina específica para a prevenção do resfriado já que são muitos os vírus causadores, embora um trabalho tenha sido desenvolvido neste sentido. Continuamos pois, a bater na mesma tecla: cada um procure seu médico.

Embora o resfriado seja um mal comum, às vezes pode atacar o sinus, o ouvido médio ou outros locais de importância e tornar-se um caso sério por isso, nós, como técnicos, receosos de sérias complicações, evitamos que o nadador trabalhe durante estas crises, principalmente no inverno, e, quando o resfriado é trivial, não imprimimos treinamento muito forte para não desgastar o organismo afetado e aumentar o mal.

Bibliografia


sábado, 24 de outubro de 2015

Dores de Lado Dores no Estômago

Dores de Lado Dores no Estômago

Dores de Lado- Dores no Estômago- Joelho de Nadador- Dores na Articulação do Tornozelo.

Apresentam-se ainda, para o nadador que tém pelo menos um quinto de sua vida diária, em contato com a água, lesões nos olhos, como a conjutivite que normalmente é ocasionada por mau tratamento da piscina, permitindo a proliferação de fungos e virus que atacam o nadador.

Com respeito a fungos, é comum o conhecido "Pé de Atleta", a "Pelada"(queda dos cabelos em alguma parte), petisíase versicolos (mancha na pele), além de dores no estômago causadas pela deglutição de água.

Há também dores nas articulações do joelho e tornozelo que nós vamos enfatizar, apenas a primeira, já que a segunda é ocasionada por excesso de aplicação errada da posição dos pés e que pode ser corrigida com facilidade. A mais comum é conhecida como Joelho de Nadador.

Na grande maioria das vezes essa dor é adquirida pela movimentação da articulação do joelho durante o nado de peito e, principalmente por exageros técnicos que obrigam os nadadores desse estilo a realizações de exercícios fora d'água e grande utilização dos mesmos dentro d'água o que leva, invariavelmente, o nadador a uma lesão que, às vezes, obstrui sua carreira, mesmo antes de haver atingido seu maior grau.

Já sabemos que o maior responsável pela lesão dos joelhos em natação, é o nado de peito, desta forma, vamos, primeiramente, descrever a articulação e sua ação.

A articulação do joelho liga o fêmur com a tíbia, isto é, mais precisamente, os côndilos do fêmur e da tíbia. O perôneo não participa da formação da articulação a que nos referimos. A coxa e a perna são flexionadas e estendidas nesta articulação, por um eixo que corre transversalmente como uma Charneira dobradiça (articulação em charneira). Flexão na articulação do joelho significa dobrar a perna para trás (o calcanhar é aproximado da coxa). Extensão da articulação do joelho significa levar o pé e a perna para frente, até que a coxa e a perna formem uma linha reta. Por exemplo na postura ereta e na de deitar-se

com a perna estendida. Além disso, a perna pode ser girada ligeiramente (para dentro e para fora), na articulação do joelho, seguindo um eixo vertical. A articulação do joelho não é apenas a maior do corpo, mas tem também de exercer inúmeras e variadas funções: a atuação da perna no andar, no ficar em pé, etc., exige uma constante alternação na mobilidade por um lado e na estabilidade por outro. É característico na articulação do joelho que as superfícies arredondadas dos côndilos do fêmur não se adaptem perfeitamente às superfícies articulares da tíbia. Para compensar, encontra-se aqui inserida, entre dois côndilos correspondentes do fêmur e da tíbia, na borda externa e interna da articulação, uma cunha cartilaginosa em forma de meia lua (menisco).

Esses meniscos encontram-se concrescidos com a borda externa, proje-tando-se para dentro da cápsula articular. Eles aumentam, como colchões de bordos elásticos, a superfície articular da tíbia. Por esse processo, a pressão do peso do corpo, transferida da coxa para a perna, é distribuída igualmente e em uma superfície maior. Assim, as exigências estáticas feitas ao joelho, são múltiplas e elevadas. Por isso, as superfícies articulares são asseguradas por ligamentos fortes, tanto dentro da articulação como também na sua superfície externa.

Na articulação, internamente, há os ligamentos transversais; eles correm cruzando-se diagonalmente pela articulação e estão arranjados de tal forma a exercerem tração em quase todas as posições da articulação, sem que prejudiquem a sua mobilidade.

Nas superfícies laterais da articulação do joelho, encontram-se os ligamentos laterais externos e internos que correm em feixes de ligamentos muito fortes, lateralmente, à direita e à esquerda do fêmur para o perôneo, ao passo que, na superfície anterior corre o chamado "ligamento da rótula" (ligamento da patela), sobre a articulação do joelho. O ligamento da patela é um prolongamento tendinoso de um grupo de músculos do eixo anterior da coxa. Abriga o maior osso sesimóide do corpo, a rótula. A cápsula articular também é fortalecida entre os ligamentos, laterais e o ligamento da patela, por feixes de ligamentos. Todos os ligamentos na parede externa da articulação do joelho servem para sua fixação na posição ereta, ou seja, quando se estende a perna. Eles evitam que a perna se dobre, unindo a perna com a coxa. Na flexão eles relaxam e depois também permitem a rotação restrita da perna em relação à coxa, segundo um eixo vertical. (Anatomia e Fisiologia Para Profissionais da Equipe de Saúde - Dr. H. J. Von Brandis).

A prevenção de contusões é a mesma usada para a articulação do ombro e a cura, quando não tem o menisco afetado pode precisar, além dos meios já citados, alguma infiltração e até mesmo a operação do menisco se este for atingido.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Como prevenir o chamado ombro de nadador

Como prevenir o chamado ombro de nadador

A diferença entre o nado livre e o borboleta, está na rotação do ombro.

Supondo-se que um atleta normal com trabalho puxado, executa 15 braçadas para cada 25 metros, ou seja, 60 para cada cem metros e 600 por km, se ele realizar um treinamento diário de 10.000 metros, supondo-se que pelo menos 60% desta quantia se refere a costas, crawl e borboleta, isto é, 6.000 metros, quer dizer que o atleta realizará 3.600 movimentos de braçada de 2a feira a sábado, o que o faria realizar 21.600 gestos o que somará 10.800 para cada braço por semana.

Diante de uma execução tão grande, é evidente que pelo menos 20% dos nadadores, por vários motivos, esteja sujeito ao ombro do nadador. Assim, com episódios repetidos de "stress", esta parte tem que se sensibilizar.

As causas principais para que haja Ombro de Nadador, são:

a) Inadaptação ao treino.

b) Treinamento sem planificação.

c) Falta de seqüência no trabalho diário.

d) Uso excessivo dos Palmares

e) Técnica incorreta do nado.

f) Falta de alongamento nas sessões de trabalho.

g) Inabilidade da bolsa sub-deltóide para lubrificar o movimento.

Descanço e diminuição do trabalho, é nossa primeira atitude, mas a preparação fora d'água, com movimentos de flexibilidade e alongamento nos levará, não apenas a prevenir o trauma mas também a diminuir sua intensidade.

Com o aquecimento anterior ao exercício, vamos proporcionar um aumento do suprimento sanguíneo no local, o que aumenta os lubrificantes, estendendo as fibras musculares.

Aplicação de geloterapia auxilia na diminuição inflamatória, mas o tratamento com ultra-som é o mais indicado para a eliminação da dor.

Quanto a medicamentos como aspirina, indocim, butazolidina, tanderil e outros, devem ficar a critério médico e nunca ser ingerido por receita de técnico ou qualquer outra pessoa, uma vez que eles têm efeitos colaterais, sendo o mais comum deles, distúrbios estomacais.

Além dos medicamentos acima utilizados, existe ainda outros, por via muscular, injeções que são aplicadas na área dolorida que sempre contém agente anestésico e anti-inflamatório, mas reafirmamos ainda que tais drogas devem ser unicamente indicadas pelo médico. (Ombro de Nadador - Dr. Alan Richardson, presidente do Comitê de Medicina Esportiva da A.A.U., de natação competitiva - Swimming Worrld - março-abril - 1979).

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Problemas no ombro do nadador

Problemas no ombro do nadador

Ombro do Nadador

É comumente assim conhecido o problema causado por fortes dores na região da cintura escapular.

Uma pesquisa feita entre todos os participantes do Campeonato Mundial em Berlim Ocidental, ocasionou um relato de 60% deles como pessoas que passaram pelo problema.

Primeiramente, temos que compreender a anatomia do local para nos acercarmos do mal conhecido como Ombro do Nadador.

Como a maioria das articulações do corpo humano, ele é formado pela membrana sinovial, por uma cápsula grossa que a circunda e fixa nos ossos que o compõem. (Tratado de Fisiologia do Exercício pág. 232).

Os ossos que a formam são: A cabeça do úmero, superfície glenóide (que é parte da cápsula). A extensão da cápsula, chamada acrômio, fica sobre a cabeça do úmero. Em frente à glenóide, também fixada na cápsula há uma proeminência óssea, chamada apófise coradóide que serve como ponto de ligação para diversos músculos importantes no braço e no peito.

O ombro executa vários movimentos: Flexão, extensão, abdução, adução rotação externa e interna. Durante a execução de muitos deles, há outros simultâneos entre a cápsula e o tórax.

É evidente que qualquer articulação tem sua trajetória ligada a um grupo muscular que permite sua movimentação, desta forma, uma contusão pode atingir qualquer deles e até mesmo estender-se a todo grupo.

Os músculos rotadores do ombro, o sub-escapular, o supra-espinhoso, o infra-espinhoso e o teres menor, se ligam à cabeça do úmero mas têm sua inserção inicial na escápula.

É importante para a constatação do "Ombro do Nadador" saber que os rotadores do ombro estão ligados diretamente abaixo do acrômio.

Como os músculos acima citados, o bíceps tem dois pontos de origem e ambos próximos do ombro: o primeiro na apófise coracóide e o segundo atravessa a ranhura bicipital na cabeça do úmero.

O tendão que produz tendinite no bíceps é exatamente, o que atravessa a ranhura bicipital.

Um músculo também importante é o deltóide que tem origem no acrômio e se insere na parte superior do úmero.

Há dois grandes músculos responsáveis pela puxada em natação, o peitoral maior e o latíssimus dorsi que se inserem à frente do úmero e que também sofrem com a contusão a que aludimos.

Há outros como teres maior, o peitoral menor que influenciam no movimento da articulação do ombro também podem ser lesados pelo "Ombro do Nadador". O triceps, músculo de grande evidência no movimento do nado, se origina na cavidade glenóide e ajuda a estabilizar o ombro em conjunto com o movimento do cotovel. O grande trapézio estabiliza a cápsula e serve para elevar o ombro e o braço.

Diante de um complexo tão grande de músculos ativos, esta região mantém uma grande área de problemas em potencial que requerem do Técnico e do nadador, um grande cuidado.

Entre os movimentos que mais levam o atleta a adquirir o "ombro do nadadof, estão, em ordem de preferência, o borboleta, o livre e o costas. Durante a puxada do crawl, como no golfinho, o ombro gira por si só. Nesta fase, a força é proveniente da rotação interna do úmero, sendo completada largamente pelo grande peitoral, latíssimus dorsi e sub-escapular.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Tratamento da otite infecção no ouvido

Tratamento da otite infecção no ouvido

Tratamento

É evidente que o tratamento de uma infecção no ouvido deverá ser dirigida para médico especialista. O álcool para secar a umidade, o ácido acético (vinagre) para restaurar a cobertura ácida e anti-biótico para impedir a proliferação de bactérias, são agentes utilizados com frequência pelos médicos.

Se o canal tiver sofrido inchação, uma pequena mecha de algodão embebida em solução de acetato de alumínio, pode ser introduzida nele sendo mantida até a redução do inchaço, o que pode ocorrer de 24 a 48 horas.

Há necessidade de se tratar com rapidez, qualquer manifestação de infecção no ouvido, pois, desta forma, se evita logo, o crescimento de problemas e o tratamento apropriado manterá o nadador em atividade.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Como previnir a otite na natação

Como previnir a otite na natação

Para prevenção, propomos o seguinte:

1) Depois do treino, tenha certeza que toda água foi retirada, mas não escove seu ouvido.

2) Coloque 2 ou 3 gotas de álcool etílico em cada ouvido. Elas secam e enrijecem a pele.

3) Quando houver dor, usar remédio prescrito pelo médico que contenha steróide e anti-biótico. Se necessário, por solicitação médica, utilizar aspirina. Se preciso, deixar de nadar alguns dias, não algumas semanas.

4) Vamos repetir as palavras do Dr. Hughh O. Barber, do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Toronto:"lembre-se que nadar é mais importante que os secundários problemas de ouvido. Seja bravo e corajo!"

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

A otite externa é um mal do nadador

A otite externa é um mal do nadador

Otite

O que mais comumente encontramos é o atleta infanto juvenil "mimado", que ao sentir qualquer incômodo no ouvido, para de nadar e dirigi-se ao médico que o retira da piscina por 4 (quatro) semanas, tempo suficiente para diminuir sua capacidade de realização e, até mesmo, ocasionar uma parada completa no esporte.

Vamos repetir mais uma afirmação do Dr. James Counsilman:

"A otite externa é um mal do nadador, como os módulos das cordas vocais dos cantores. Os atletas que tiverem dores periodicamente, ou deixam a natação ou aprendem a viver com elas. este é o preço para ser um campeão e não se chega a isso sem aprender a viver com pequenas dores"

A Otite externa é a inflamação do ouvido onde há descamação do epitélio cutâneo.

O canal auditivo externo tem 2,5 cm de comprimento e é alinhado pela pele em sua extensão. Um terço de sua parte externa é cartilaginosa (continua com a cartilagem da orelha). Contém glândulas sudoriparas, glândulas de secreção de cera e finos cabelos. Seus dois terços médios são o osso e a pele desta porção que é relativamente fina, não contendo glândulas ou cabelos. O canal é em forma de "S" e pode ser tornado reto pela empurrada da orelha para cima, para trás e para fora. Esta ação é importante para a limpeza adequada e para a instalação apropriada de gotas - J.G.C. Munro-Departamento de Medicina Social e Preventiva da Universidade de Queensland da Escola de Medicina de Herston USA).

Uma vez definida a Otite externa, vamos procurar sua patologia.

Ela é essencialmente uma condição da pele e tem duas causas principais:

a) Dermatite - que pode ser seborreica, de contato, neuro-dermatite ou dermatite alérgica.

b) Infecção - que pode ser primeiramente por bactérias ou fungos, ou ambos ao mesmo tempo e que pode ser secundariamente uma dermatite.

Pele escamosa e outros fragmentos de dermatite, se acumulam no ouvido e tendem a deter a água. Similarmente, a cera pode obstruir parcialmente o canal auditivo e tudo isso evita a adequada drenagem.

A maior razão da otite externa em nadadores, evidentemente, é a exposição prolongada do ouvido à água. A camada fina de cera é lavada continuamente. O trabalho experimental de Hutchison e Wright mostrou que, em canais

auditivos expostos à água, sinais de inflamação aparecem em 3 (três) dias e que há excelente correlação entre o desenvolvimento desses sinais e a troca em flora bacteriana.

Diz ainda o trabalho que a exposição direta das células epiteliais à água, resulta na absorção dela por estas células; o líquido também integral normal é rompido e a fina camada protetora de cera, é perdida.

É preciso que os pais dos nadadores saibam que não convém afastar o atleta da água por pequenos problemas de ouvido. A pele, sendo molhada constantemente, de rija e seca, ela se torna amolecida e úmida, criando flocos que se acumulam no canal. Embora germens que, normalmente não habitariam a pele, o façam por sua nova contituição, não quer dizer que estamos à frente de sérios problemas, o que não acontece com o Ouvido do Nadador, em termos de doença e aqueles pequenos acontecimentos se vão embora quando a natação se acaba, não deixando nenhum vestigio.

Touca e tampões não são elementos de nossa escolha para evitar a otite externa. Os primeiros porque não obstruem a passagem de água e os segundos porque podem ferir a pele já amolecida, causando infecção.

domingo, 18 de outubro de 2015

Como tratar a contusão do atleta de natação

Como tratar a contusão do atleta de natação

Para sabermos o que fazer, temos que conhecer que existe uma dor já prevista no encaminhamento do treino, como também a rigidez muscular que devem desaparecer à medida que o trabalho progride e o atleta se adapte. Não sendo este motivo da dor no ombro, estaremos em face do início de uma lesão que poderá ser arrefecida se o técnico verificar na progressão de seu trabalho, localizar se existe algum erro que possa estar prejudicando o atleta e modificá-lo. Caso o mal persista, dar um repouso ao nadador, com aplicação de compressas quentes e, em caso de continuidade do mal, enviá-lo ao médico especializado.

O tempo de tratamento vai depender do local afetado, uma vez que há diferentes músculos que podem sofrer a ação do treinamento, como o tendão do biceps, o sub-acromial, o supra-espinhoso, o deltóide e, às vezes, o pequeno redondo.

A primeira coisa que devemos fazer é a suspensão do esforço. Geloterapia é um tratamento que utilizamos muitas vezes e que se constitui de aplicação de gelo no local, com fricções, seguida de uma colocação de calor, com menor tempo. Isto costuma diminuir e mesmo eliminar a dor no ombro.

Diatermia e ultra-som são os mais comumente utilizados, mas, às vezes, são acompanhados ou seguidos de remédios anti-inflamatórios por via oral ou injetados na área afetada.

É importante preparar um trabalho pós-tratamento que deverá se constituir de um treinamento escalonado, primeiramente apenas com sentido de adaptação ao trabalho e ir progredindo até que o atleta tenha condições de executar o suficiente para recomeçar o que parou, não sem antes garantir a técnica do movimento, para evitar novas contusões.

sábado, 17 de outubro de 2015

A falha na aplicação técnica do nado causa contusão no ombro.

A falha na aplicação técnica do nado causa contusão no ombro.

A falha na aplicação técnica do nado, é outra causa da contusão no ombro. Muitos treinadores não se incomodam com algum erro de seu atleta, atribuindo ao biotipo ou simplesmente ao mau aprendizado, não levando em consideração que o nadador vai repetir centenas de vezes por semana aquele gesto, de uma maneira incorreta determinado grupo muscular, o que poderá se traduzir em contusão que se agravará a cada dia de repetição.

Os estilos que mais comumente criam "Ombro de nadador", são o borboleta e o livre, seguidos do nado de costas e o peito, sendo que este último é o que menos apresenta contusão mas que também pode fazer surgir.

A preparação para estes problemas está intimamente ligada ao trabalho fora d'água com pesos e sessões de alongamento músculo-articular. Isto acrescido de um treinamento estruturado, com escalas crescentes de esforços progressivos, teremos evitadas muitas contusões.

Preferimos, evidentemente, prevenir, mas temos que conhecer o tratamento também, uma vez que a lesão pode acontecer independente de nossas precauções. A falta de alongamento antes e depois dos trabalhos é a grande causa de lesões.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Lesão nos ombros, a sobrecarga de treinamento.

Lesão nos ombros, a sobrecarga de treinamento.

Passamos assim ao segundo caso que pode ocasionar lesão nos ombros, a sobrecarga de treinamento.

Isto não acontece apenas pela sobrecarga em si, mas também por sua aplicação em um atleta sem condicionamento apropriado.

Nós, os técnicos, ouvimos sempre a seguinte afirmação: "A sobrecarga, a pressão no treinamento, forjam o campeão". Isto é verdade mas precisa ser estudada sobre todos os seus ângulos, assim, vamos procurar atingir o que pretendemos que se relaciona com o pensamento afirmado.

a) Um atleta vem treinando forte e sua constituição, bem como o preparo psico-físico aceitam bem e então sentimos seu progresso rápido. Isto dá ao técnico uma alegria muito grande, uma crença demasiada e uma pressa maior ainda, o que faz com que ele aumente a pressão diária, sem método gradativo, sem estudar as possibilidades, até que leva o nadador a uma contusão, às vezes, muito séria.

b) Preparamos uma equipe e endereçamos a todos os seus membros, um treinamento que nem sempre é igualmente adequado a todos, é evidente que teremos contusões, as mais variadas. Não nos lembramos do adagio que teremos que repetir: Nem Todos os Organismos Aceitam o Mesmo Remédio.

c) Não podemos nos esquecer que sexo, constituição, habilidade e outros fatores, envolvem a aplicação de um treinamento.

Diante do acima exposto, podemos afirmar:" Toda contusão proveniente de sobrecarga de treinamento, está diretamente relacionada a um engano técnico".

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Treinamento Sem Adaptação, Sobrecarga de Treinamento e Falta de Técnica

Treinamento Sem Adaptação, Sobrecarga de Treinamento e Falta de Técnica

A dorna área do ombro adquirida em natação, tem o nome conhecido por "ombro de nadador" e foi localizada e estudada a partir de 1973 por Dr. John Kennedy, do Canadá.

Esta lesão pode ser proveniente de três estados de exercício:

Treinamento Sem Adaptação, Sobrecarga de Treinamento e Falta de Técnica.

O primeiro caso, treinamento sem adaptação, envolve uma série de fatores:

a) Treinamento em metragem excessiva para o nadador que não acompanhe o trabalho diário:

b) Treinamento demasiado para crianças até aproximadamente 11(onze) anos, sem se olhar a habilidade e estrutura física:

c) Trabalho com nadador que, chegando atrasado inicia onde os outros estão para acompanhar os colegas, sendo que às vezes, começa com repetição de pouco repouso, sem o devido preparo para o treino.

d) Treinamento sem planejar, com variações demasiadamente diferentes em pressão:

e) Mudança de técnico, troca de treinamento:

f) Inadaptação psíquica. Exemplo: o atleta treina fortemente para tentar um índice no mês de junho. Não o consegue, enquanto seus colegas o obtêm. Todos passam a treinar para o campeonato que tentaram o índice que deverá ser em setembro. O que não conseguiu continua o trabalho para nova tentativa, para outra competição a se realizar em dezembro. Isto poderá acarretar um desânimo e ele não se afasta para não se sentir covarde mas poderá dirigir-se aos treinamentos sem confiança e a contusão aparecerá como deculpa plausível.

Não creio precisar descrever os itens acima, uma vez que a clareza do que afirmamos, não apenas atinge o técnico habituado ao trabalho, diário, como também ao iniciante que nos lê.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O Torcicolo

O Torcicolo

"O Torcicolo é uma contração espasmódica dos músculos do pescoço que obriga a cabeça a inclinar-se e rodar para o lado não afetado.

As contrações musculares induzidas pela dor (espasmos), impedem o alongamento até que ela possa ser aliviada por medicamentos ou outras modalidades terapêuticas. Os pacientes, comumente, falham em suas próprias tentativas de alongar o pescoço lateralmente ou pela rotação, fato que seria necessário concretizar-se.

Uma técnica segura para o alongamento do pescoço é o paciente deixar cair passivamente sua cabeça para frente, de modo que o queixo chegue ao tórax, depois, rolar a cabeça, procurando tocar os ombros com as orelhas.

O occipital gira em direção às costas enquanto o queixo pende para o lado do ombro oposto e volta novamente para o tórax. Repetem-se duas vezes em cada direção. Este exercício deve ser realizado com o pescoço inteiro e o dorso relaxado o mais possível. È melhor ser feito na posição de pé, mas o paciente será alertado que podem ocorrer vertigens".

Os exercícios de estabilização rítmica são usuais em torcicolos agudos, assim como nas condições cervicais dolorosas crônicas, onde os movimentos da musculatura tensa aumentam a dor e impedem os movimentos.

A cabeça do paciente é apoiada nos dois lados pelas mãos do fisioterapeuta e cuidadosamente virada para o lado da dor, o máximo que o paciente suportar.

Orienta-se o paciente para contrair os músculos do lado doloroso tentando empurrar a cabeça contra a mão do fisioterapeuta o mais forte possível. Esta relação isométrica é mantida durante dois ou três segundos e depois é relaxada. Durante a soltura, a cabeça é rodada lateralmente e depois flexionada, para permitir o relaxamento muscular, e, após o repouso de alguns segundos, o processo é repetido. Continua-se até o estiramento máximo ser conseguido. O processo inteiro é então realizado em direção oposta com o intuito de inibir uma contração muscular dolorosa que cause limitação do movimento amplo.

(Artrite - Medicina física e Reabilitação - Robert I. Swezey)

terça-feira, 13 de outubro de 2015

As contusões na natação competitiva

As contusões na natação competitiva

A natação competitiva, por sua característica de trabalho, pode gerar contusões que nós dividimos em:

a) Psicológicas e

b) Físicas.

As primeiras são resultado de tensão nervosa, excesso de responsabilidade, excitação pela espera, medo de confronto, temor da perda de posição, pressão familiar, do clube, do técnico e até mesmo dos companheiros de equipe. Cada um reage diferentemente a cada estímulo exterior, por isso nos seria impossível delinear aqui tudo o que pode se passar com cada atleta em cada uma das circunstâncias acima descritas, mas podemos afirmar que nestes casos, pode ocorrer desde o excesso de micção, até dores as mais variadas, como dores de cabeça, de estômago, sintomas de lesões musculares e cãibras.

Certa vez, ouvindo o mestre da natação mundial, Dr. James Counstilman, falar sobre o assunto, em palestra proferida em Santiago do Chile, ouvimos o que aqui transcrevemos: "Muitas vezes, ao nos depararmos com lesões "fictícias", causadas por estado psicológico, nós podemos afirmar que às vezes basta colocar-se uma mão no ombro do atleta ou dirigir-lhe palavras de apoio e incutir-lhe confiança, para que ele se sinta curado do mal que o aflige.

Em alguns casos, entretanto quando o nadador atingiu um alto nível de ansiedade, uma massagem geral ou localizada, a presença de um médico habituado ao problema, poderá trazer-lhe de volta a capacidade total. Muitas vezes nós tivemos a oportunidade de ver relaxantes serem ministrados para isso, o que acreditamos que possa trazer um bem ao local afetado mas que não auxilia no todo do nadador e que o impede de encontrar-se com sua perfórmance, calor, banhos de luz, pomadas anestésicas são indicados pelos médicos, por via oral ou muscular, além de fricções e massagens, para que se possa aproximar da reabilitação total do nadador".

O segundo caso apresenta muitas formas de acontecimentos causados pelo trabalho na água que podemos descrever.

Iniciamos por uma simples dor de cabeça (que nos parece simples) e que pode ter uma infinidade de razões. Partindo desde uma alimentação não apropriada ou mesmo não assimilada pelo organismo vamos até uma grande pressão de treino ou uso de hipoxia com maior intensidade.

Nós precisamos ter em mente o seguinte: Devemos possuir um ambulatório farmacêutico em nosso clube, mas é de extrema necessidade a presença do médico. Não medicar nenhum atleta por nossa conta em nenhuma circunstância, é o que devemos fazer.

Se estarmos certos que o que se passa é referente à pressão do treino, sua diminuição é uma necessidade, e se não bastar, a retirada do atleta da piscina precisa ser feita.

Às vezes, com um ligeiro repouso, ele volta em suas condições melhores e pode retornar ao trabalho, em caso contrário, deverá colocar-se em ducha quente e retirar-se.

A sinusite, causada por estados gripais ou por pressão e introdução de água nas cavidades nasais, é uma mal que precisa ser tratado pelo médico, mas que não necessita haver parada do atleta, desde que se tenha à mão o prendedor de nariz que evitará entrada de água ou pressão sobre o sinus.


(Foto do protetor nasal)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Contusões na pratica esportiva da natação

Contusões na pratica esportiva da natação

Contusões

Quando notamos que há contusão? Vejamos:

O atleta começa reclamar de dores localizadas, para saber se é músculo dolorido em razão do treinamento, diminuimos um pouco o trabalho e esperamos se houver melhora, voltamos ao treino normal.

Muitas vezes existe inadaptação ao treinamento que se está imprimindo, e isto ocorre quando nossa previsão não foi bem plenejada e o atleta ressentiu-se. Neste caso, esperamos alguns dias, com o mesmo treinamento, e o nadador não mais reclamará, caso se adapte. Caso inicie uma piora com a continuação do treino, ou mesmo a manutenção do desconforto, paramos seu trabalho e o enviamos ao médico para verificação. Na maioria das vezes, uma aplicação de calor ou ultra-som, é o suficiente, entretanto há casos que não, aí, constatamos gravidade na ocorrência.

Sempre verificar a dosagem de trabalho que imprimimos, deverá ser uma constante em nosso dia-a-dia. Já o dissemos e vamos repetir: "bem todo organismo se beneficia com o mesmo remédio.

Muitas vezes, a falta de flexibilidade é responsável pela inadaptação do atleta, assim, voltamos a afirmar a necessidade do trabalho fora d'água, principalmente de flexibilidade, o que já deixamos impresso neste volume.

domingo, 11 de outubro de 2015

Dificuldades de Saúde em Natação

Dificuldades de Saúde em Natação

Aspectos de Saúde em Natação

Antes de nos dirigirmos para pequenos problemas que insidem no treinamento aquático, vamos nos reportar à performance.

O que faz um indivíduo atingir altos padrões competitivos?

Muito tem que ver a raça, a hereditariedade, a habilidade pessoal e a educação para a pessoa galgar o cume da realização no esporte que no momento estudamos.

Se você tiver em suas mãos uma pessoa de temperamento fleugmático, ou um qualquer de personalidade submissa, que se contente com o que lhe for dado, em qualquer dos casos, pela natureza de sua ação, já ficará difícil conseguir o campeão que você pretende.

Se os pais ou apenas um deles, é de natureza ativa, lutador, disciplinado mas atento, zeloso mas afoito, humilde mas lutador, conformado mas exigente, você terá em seu filho, na maioria das vezes, um nadador para atingir grandes alturas.

A habilidade torna o nadador mais confiante e ele é capaz de melhor preparar-se, será capaz de enfrentar com mais coragem as adversidades, terá mais confiança, mesmo perdendo, porque sabe que se preparar suas habilidades chegará ao objetivo traçado.

A educação é fator de suma importância para o nadador. Raramente atingem "TOPES" atletas que não lutam por seu objetivo porque têm os genitores que o fazem por eles. O pai reclama pelo tempo, pela raia que o filho vai nadar, pela desclassificação de terceiros, pela demora do sinal de partida e o filho aceita passivamente seu defensor lateral, vai nadar por ele e sua habilidade de explodir, cerceada pelo auxílio excessivo, fica como se você desligasse o fio de uma corrente elétrica, impedindo a força propulsiva interior. Não há um apelo interno, não há eletricidade pronta para fazer explodir, existe o aceite, o conformismo, a aquiescência.

Além do que acima relatamos, existe ainda muitas filigramas que transformam o nadador em uma competição. Além da esperança, do desejo de luta, da comprovação do treinamento, da preparação do técnico, há os sintomas de contusão propriamente ditos, o resfriado, a otite, a sinusite, a bronquite e a irritação ocular, entre outras coisas, que podem quebrar o caminho do seucesso. Desta forma, devemos tentar situar cada problema e procuar solucioná-lo.

Os sintomas de contusão aparecem por dois fatores primordiais: Excesso de uso e falta dele. É evidente que o primeiro caso é o responsável maior em natação, uma vez que é mais fácil exceder-se pelo uso do que manter demais um músculo parado.

Além disso, há ainda as pressões externas que são também, grandes causadoras do que estamos estudando.

Exemplifiquemos:

Se algum atleta treina com determinado técnico e passa para outro, a quebra de sua rotina normalmente, traz sintomas de contusões pela pertubação sofrida e eles aparecem em músculos de áreas "chaves" para 9 desporto que comumente se situam nas fibras anteriores do deltóide. O músculo fica dolorido mas não inchado, mas se isto acontecer, estaremos frente a uma contusão propriamente dita e temos que tratá-la.

O peitoral maior é outro músculo da área "chave" que, como as fibras anteriores do deltóide, dá o primeiro grito de estar dolorido.

Com menor freqüência, o trapézio também é atingido.

A verificação deve ser feita por um médico especializado em medicina esportiva, mas em caso de deslocamento ou ruptura, qualquer clínico geral poderá atender o caso, mas de preferência um ortopedista.

Nós acreditamos que a adaptação ao treinamento seja a cura mais provável do sintoma existente, mas, em qualquer caso, a atenção dispensada, o exame realizado e constatado como negativo, são o tranquilizante que dará ao nadador maior firmeza e melhora rápida.

Às vezes, se você pode, massageie seu atleta, aplique-lhe calor nas partes doloridas e você verá que apenas a atenção a ele dispensada será o bastante para conseguir sua melhora.

sábado, 10 de outubro de 2015

Alimentos substitutos para a carne e ovos

Alimentos substitutos para a carne e ovos

Alimentos que fornecem a mesma quantidade de proteínas (aproximadamente) como:

Uma porção de carne (83,22325 gr.) eqüivale a 1,5 xícara de feijões secos - cozidos ou ervilha

1 xícara de soja cozida 79,0485 gr. de queijo americano

3 tabletes de manteiga de amendoim 3/4 de xícara de requeijão

2 1/2 corpos de leite

1 ovo equivale a:

1/2 xícara de feijão de lima frescos ou 3/4 de ervilha verde

1 tablete de manteiga de amendoim 1/3 de xícara de nozes mexidas 28,3495 gr. de queijo americano

2 pedaços de requeijão

3/4 de copo de leite (grande)

Nota: TRPTO (Triptophan) - LEU (Leucine) - LYS (Lysine) - MET (Metionina) - PHE (Phenilanine) - ISL (Isolucine) - VAL (Valine) - THR (Threonina) - TOT ( Total) - CAL (Calorias),

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Quanto de cada aminoácido preciso comer?

Quanto de cada aminoácido preciso comer?

Transcrevemos aqui quatro tabelas retiradas do boletim da Associação Americana de Técnicos de Natação.

TABELA 1

AMINOS-ÁCIDOS ESSENCIAIS

AMINO-ÁCIDOS

MÍNIMO DIÁRIO NECESSÁRIO EM GRAMAS

INGESTÃO DIÁRIA RECOMENDADA EM GRAMAS

Triptophan

0,25

0,5

Phenulalanine

1,10

2,2

Lysine

0,80

1,6

Thyronine

0,50

1,0

Valine

0,80

1,6

Metionina

1,10

2,2

Leucine

1,10

2,2

Isolucine

0,70

1,4

TABELA 2

GRAMAS DE AMINO-ÁCIDOS POR PORÇÃO DE 100 GRAMAS

Alimento

Tryptopha

Theomine

Linocine

Leucine

Lisine

Metionie-

phenil

Soja

.673

1.926

2.630

3.773

3.092

1.527

Farinha

.129

.302

.483

.809

.239

.348

Trico int.

.164

.383

.577

.892

.365

.495

Germe de Trigo

.265

1.343

1.777

1.708

1.534

.691

Pelo seca (torr.)

.502

1.641

2.277

3.492

2.768

1.188

Bife

.228

.861

1.020

1.597

1.704

.730

Ovo integral

.211

.637

.850

1.126

.819

.700

TABELA 3

Alimento

Phenilalanine

Valine

Argaline

Histidine

Soja

2.419

2.568

3.538

2.012

Farinha Branca

.577

.453

.466

.210

Trigo Integral

.657

.616

.636

.271

Germe de Trigo

.908

1.364

1.825

.587

Pele seca (Torr.)

1.724

2.444

1.300

.937

Bife

.802

1.083

1.257

.677

Ovo Integral

.739

.950

.840

.307

Tabela 4 PROTEÍNAS EQUIVALENTES

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Preferimos mesmo o nosso nadador com fome sobre o bloco de saída

Preferimos mesmo o nosso nadador com fome sobre o bloco de saída

Muitos são os técnicos que preferem, e nós também, que a alimentação antes da prova seja rica em carboidratos, pela facilidade de digestão. Nós preferimos nosso atleta com o estômago vazio, que alimentado por lanches batatas "chips", refrigerantes e outros tipos de "engana estômago", que são comumente vendidos em dia de competição.

Se você nadar sábado, sua energia virá, possivelmente, do que você comeu na quarta ou quinta feira, juntamente com a dieta alimentar que está submetido, mas jamais você terá energia do que comeu no meio dia.

"Preferimos mesmo o nosso nadador com fome sobre o bloco de saída, a ponto de inpacienter-se e se concentrar com toda força sobre sua perfórmance".

São palavras de Frank Addlemen que nos têm servido como guia.

Se alguém nadar pela manhã, uma prova, procure beber suco de laranja e pense neste dia em não comer muito.

Um problema que sempre temos que resolver é a alimentação para o treino daqueles que realizam trabalho duas vezes por dia, que normalmente não podem alimentar-se antes, por não terem tempo de digestão e não o fazem depois porque têm que ir para a escola, e, como não podem ficar sem alimento, vão para os lanches de bar ou trazidos de casa, relaxando sua dieta alimentar. Um suco de laranja ou um copo de qualquer complexo de frutas com rosquinhas, é o suficiente para antes do treinamento, e procurar dar tempo para uma alimentação saudável, após o trabalho, em caso de dificuldade de tempo, um copo de vitamina (frutas e legumes), acompanhando pão, queijo, ovo e presunto, mesmo dentro da condução que o leva para a escola, estará iniciando uma boa refeição. O atleta deverá ter lanche próprio para comer durante o intervalo escolar, para evitar que vá em busca de lanches rápidos dos bares internos ou próximos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Alimentação antes da Prova

Alimentação antes da Prova

Alimentação antes da Prova

Voltamos a nos colocar na posição que sempre tomamos, um atleta não pode ter sua alimentação modificada próximo de sua prova, para evitar o que nós podemos chamar aqui de "refeição", e levá-lo a uma má realização.

Nós pensamos, inicialmente, que em treinamento, a recolocação rápida de energia é interessante para eles, sem nos preocuparmos com bebidas preparadas que nem sempre cumprem o papel desejado. Preferimos sempre o suco de laranja 12,5 calorias por 28,3495 gramas, o suco de maçã e o de abacaxi que contêm 15 calorias por 28,34951 gramas. Fica entratanto, gravado aqui que a ingestão de glicose e destrose antes da prova, não têm significado algum sobre o resultado.

Ficou provado ainda que tomar soluções concentradas de açúcar prejudica a velocidade do esvasiamento gástrico. Costill relata que o açúcar tomado antes do exercício, reduzirá o tempo para se chegar ao cansaço em 19%.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

As vitaminas na alimentação do atleta

As vitaminas na alimentação do atleta

A vitamina é também de grande valia no auxílio do trabalho em uma equipe uma vez que ela supre nossas necessidades.

O inventor da palavra vitamina, foi o químico polonês, Casimir Funk em 1911, durante uma pesquisa em Londres, quando desejou descrever certos nutriente. Em 1913, foi identificada a primeira vitamina, a vitamina A, por E.U, Mc Collum, bioquímico da Universidade de Wiscosin. Após este acontecimento, pesquisadores pelo mundo, descobriram outras vitaminas.

O papel delas na saúde e perfórmance do atleta, é de real importância, mas o desconhecimento, o charlatanismo e a crença absurda, levam a excessos que podem causar algum mal. As vitaminas C e B para energia e E para construção muscular, são as bases que são tomadas por serem elas indicadas a quem treina. A vitamina C para prevenir resfriados, a B para agir nas reações para o trabalho muscular e a E para manutenção energética e suporte nutriente para o nadador. Como elas são solúveis em água, os excessos não são estocados no corpo e sim eliminados pela urina. Por outro lado, as vitaminas de gordura solúvel, A e D, podem ser estocadas pelo corpo, mas o excesso age como tóxico.

As vitaminas como suplemento alimentar, são de enorme valia ao atleta, mas se conseguirmos que ele realize uma dieta bem balanceada, a ingestão complementar fica desnecessária.

O papel do nutricionista é importante, mas apenas um que siga o trabalho durante a temporada e que aconselhe a equipe, antes de receitar.

Em última análise, deixamos para o médico o trabalho do médico e nós técnicos ficamos com o que nos cabe: Treinar.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Variando as fontes de proteína na alimentação

Variando as fontes de proteína na alimentação

A carne de vaca é uma fonte de proteína, mas precisamos informar aos interessados que eles precisam diversificar sua alimentação para peixe, frango, peru e outros, bem como, duas vezes por semana, substituir qualquer carne pela proteína vegetal (grãos), principalmente se a gordura estiver tomando conta de seu corpo.

Comer menos carne, é prolongar a vida, e nós podemos partir dessa frase para iniciarmos a campanha de conscientização de nossos nadadores para sua dieta alimentar.

A proteína é ingerida através de alimentos altamente calóricos, mas o pensamento geral dos atletas é de se alimentar de proteína para aumentar a massa muscular. É bom, entretanto, que eles saibam que o que realmente consegue é o exercício. Segundo a Academia Nacional Americana de Ciências, Tabela de Alimento e Nutrição, o mais recomendado em proteína para o nadador é de 0,9 g/k, por um período de 24 horas.

Devemos sempre ter em mente que a ingestão desregrada de calorias estimula um aumento do número e tamanho de células adiposas e ficou provado que elas não desaparecem, tornando quem assim se alimenta, com grande tendência à gordura.

Muitos praticantes do treinamento aquático comem demasiadamente e não conseguem, mais tarde, diminuir sua alimentação, e isto os tornará gordos e o pensamento geral fica como verdadeiro: "quem pratica esportes em grande quantidade se torna obeso quando deixa de fazê-lo. Esta afirmação não é verdadeira, pois isto somente acontece com aqueles que não conseguem diminuir sua alimentação.

Ferro é também muito importante, principalmente para as meninas que devem se submeter a um exame de sangue durante a temporada quando se tornam pálidas ou muito cansadas.

Alguns minerais como o zinco, o magnésio e o potássio auxiliam na ação muscular e diminuem possibilidades de cãibras. O único cuidado que nós tomamos sobre os minerais é ingeri-los através de alimentos que os contenham porque sua ingestão como suplemento costuma causar diarréia, impedindo o treinamento e causando distúrbios gástricos.

domingo, 4 de outubro de 2015

Carboidratos necessitam de vitamina B

Carboidratos necessitam de vitamina B

Devemos alertar nossos comandados que os carboidratos para serem metabolizados necessitam de vitamina B, uma vez que ela age como elemento catalizador, e o açúcar refinado não a possui já que ela foi eliminada pelo processo sofrido, e este mesmo açúcar é que mais consta dos lanches dos garotos através das balas, doces e bebidas.

Proteína é outra fonte de nossa alimentação, mas o nadador não necessita dela como extra. A média comum das pessoas só precisam menos de 50 gramas por dia; um nadador que quiser chegar a 100, estará bem mas não precisa alterar muito em busca de massa muscular.

sábado, 3 de outubro de 2015

Mudar o atleta de dieta

Mudar o atleta de dieta

Vamos aqui abrir um parêntese necessário para divulgar um fato comum entre os atletas do mundo: Se algum nadador alcança resultado, e antes de sua prova algo aconteceu, este fato precisa ser repetido antes de todas as outras coisas para obter o mesmo sucesso. Não é pois, de admirar-se que um rapaz que tenha se alimentado, por qualquer tempo, com determinada dieta e que consiga uma boa perfórmance, atribua aos alimentos ingeridos, qualidade tais que os tornam nutrientes mágicos. É importante ressaltar que tal fato não se limita a ficar com quem ocorreu a "maravilha" mas estende-se a outras equipes e chega mesmo a atravessar fronteiras, passando a ser uma verdade irrefutável, e não se diz mais que aconteceu com apenas uma pessoa, mas com uma grande quantidade delas.

Se aludimos no parágrafo acima, sobre a “verdade psicológica” dos alimentos, é porque queremos ressaltar, como técnico, algo que será útil a todos nós:

1o) Não pensamos que a mudança de hábito alimentar traga benefícios ao atleta. Esta diversificação tem que ser lenta e a título suplementar para que o corpo não se ressinta da troca.

2o) Quando o atleta julgar que alguma coisa fora do treinamento total, seja responsável direta por sua performance, temos que levá-lo a abandonar essa idéia e não simplesmente negar seus efeitos.

3o) Não existe nutrição mágica que possa levar o nadador a conseguir índices. Vamos deixar claro que ela evita que o atleta se enfraqueça ou se adoeça e que ajuda para a realização do objetivo. Sem ela não completamos o trabalho, mas sua validade tem um percentual menor do que imaginamos.

Tentemos percorrer um difícil caminho, isto é, conhecer o que o corpo de um atleta necessita, quando deve utilizar e como fazê-lo.

Inicialmente temos que afirmar que aquele que se dedica ao treinamento intensivo do esporte aquático, não é uma pessoa qualquer, e nós, antes de sermos técnicos, somos educadores, por isso, como sabemos que a parte atlética é uma passagem em sua vida, vamos educá-la para saber alimentar-se devidamente, não apenas como praticante de esporte, mas também como pessoa integrante da sociedade.

É preciso delinearmos o que necessita o corpo para a manutenção da saúde e também da forma, no caso do atleta, já que seu desgaste diário precisa ser reposto todos os dias. Não nos esqueçamos em momento algum, que a dieta alimentar é um fator de performance e não a razão dela.

Os carboidratos se colocam como a alimentação mais importante para os que dirigimos, devemos pois orientá-los a ingerí-los. É preciso repetir sempre que a energia vem do complexo de carboidratos, mas precisamos insistir que os açúcares são importantes quando não refinados, não apenas pela quantidaçle de reagente químico que eles contêm mas também por sua entrada rápida no corpo.

Diga ao seu atleta: “tudo que você colocar em seu corpo nas vésperas da prova, nada tem a ver com sua vitória, mas terá tudo a ver com sua derrota".

Os carboidratos não devem vir apenas como o lanche costumeiro de nossa equipe mas em companhia de alimentação sadia que mantenha sua saúde com menor perigo pois, o atleta é uma máquina e não é qualquer combustível que a manterá, embora possa movimentá-la por algum tempo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Que é melhor, perguntam sempre, a carne ou o vegetal?

Que é melhor, perguntam sempre, a carne ou o vegetal?

Que é melhor, perguntam sempre, a carne ou o vegetal?

Já que este é um problema comum à grande maioria, vamos dizer algo a respeito, que nós conseguimos captar de uma “Clínica" de Natação nos Estados Unidos da América do Norte e que tem dirigido nosso pensamento em nossa carreira, pela lógica da afrimação:

“Nós estamos na era dos substitutivos como elemento da poupança, pela forma de vida que atravessamos, e a comida, antes de tudo, sofreu um aumento muito grande, tornando a carne um alimento quase proibitivo. Desta forma, muitos buscaram nos vegetais as fontes energéticas que necessitavam”.

Em grande número foram os atletas que nós treinamos que tinham o hábito salutar do vegetal e se o dizemos salutar, não é apenas por sua qualidade em si mesma, mas também por evitar as gorduras animais que são más para a saúde.

Segundo J. Ebehardt e Hyman Keakowa, os mais famosos nutricionistas americanos, as fontes de proteínas (carne de vaca, peixe, aves, leite ovos e queijo) tendem a ser superiores às fontes vegetais (trigo, feijão, ervilha, soja, nozes, milho, centeio e levedura), diferentemente do muito que temos ouvido, mas eles justificam que as proteínas animais possuem todos os amino-ácidos que o corpo não pode fabricar e que precisam estar presentes para o reabastecimento de proteínas no corpo e são chamados amino-ácidos “essenciais" e, continuam eles, nossos atletas, normalmente, em crescimento, necessitam das proteínas para manutenção e reparo das células. Os vegetais são incompletos porque, individualmmente, não contém os amino-ácidos que são encontrados na carne.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Como os atletas estão psicologicamente

Como os atletas estão psicologicamente

3) Como Estão Psicologicamente?

a) Estão sentindo desânimo pela intensidade do treinamento?

b) Sentem-se seguros quando se dirigem para qualquer competição?

c) Sentem-se abatidos quando não conseguem, em alguma prova, um tempo razoável?

Além dos fatores acima expostos, poderia o técnico criar ainda condições capazes de servirem de termômetro para a medida de seus atletas para ter capacidade de absorver os problemas que por ventura possam influir no estado atlético.

Em todos os cursos e palestras dos quais participamos, quer como ouvinte, quer como palestrante, o que mais aparece, proveniente de técnicos, pais e nadadores, é a questão sobre a nutrição como influência na perfórmance e o pedido de uma tabela alimentar, para alcançarem maiores realizações.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O pulso basal

O pulso basal

Explicação: O pulso basal deve ser tomado antes do atleta despertar.

Quando o batimento cardíaco for par, colocamos um ponto no centro do pequeno quadro na linha do número e quando for ímpar, colocamos na linha, abaixo se o número for menor e acima se o número for maior.

Depois será traçada a linha dos movimentos cardíacos em repouso.

No gráfico de proporção média, tiramos a média aritmética dos batimentos mensais e colocamos no mês correspondente.

Traçamos depois a linha cardíaca anual.

2) Que Conceito Podem Ter Sobre Nutrição?

a) Conhecem os melhores alimentos para seu estado atlético?

b) Podem manter, financeiramente, uma dieta alimentar?

c) A família está entrosada à sua carreira atlética?

d) Estão interessados em manter uma dieta?

e) Controle basal

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O uso indiscriminado de carbohidratos

O uso indiscriminado de carbohidratos

O uso indiscriminado de carbohidratos na prática alimentar, pode produzir anormalidades cardíacas. Muitas vitaminas podem teornar-se tóxico e a falta de alimento substancioso pode afetar o metabolismo proteico e o volume sanguíneo em circulação. Isto nos leva a saber que quando temos necessidade de orientar nosso atleta com respeito à nutrição, devemos fazê-lo com certeza ou enviar a quem possa realizá-lo bem.

Sabemos que nós, técnicos de natação, temos limitado o nosso conhecimento em relação ao capítulo em exposição, mas há uma coisa que nos fala alto, e isto é o bom senso.

Alguém poderá achar que o mais fácil é consultarmos vários nutricionistas. Quando procuramos muitos deles iremos verificar não ser o melhor caminho. Se reunirmos 200 nutricionistas, teremos 200 diferentes opiniões e quando se tratar de aplicação no esporte o emaranhado será maior para embaralhar de vez nossa compreensão. Ninguém conhece o nadador mais que nós técnicos, assim, a

“receita” que podemos enviar é a seguinte: Ouvir o nutricionista, ouvir o atleta, usar o bom senso e realizar a dieta alimentar.

Para chegarmos a alguma conclusão teremos que estar com alguns pontos de dúvida, resolvidos, para não agirmos precipitadamente e levarmos nosso nadador a realizações pobres que não saberíamos explicar a razão e não poderíamos constatar o erro. Que faríamos? Para nos situarmos teremos que levar em consideração pontos que conhecemos ou que temos que conhecer:

1) Como Se Encontram Fisicamente?

a) Cansam-se muito?

b) Baixam muito as médias de repetições?

c) Chegam mais rápido ao cansaço, em competição?

d) Ficam resfriados, gripados, com frequência?

e) Sentem frio repetidas vezes, mesmo com a água em grau normal?

f) Os músculos, de um dia para o outro, sentem dificuldade de recuperar-se?

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Nutrição do atleta de natação

A Nutrição do atleta de natação

Nutrição

Vamos tentar abordar o assunto, nutrição, já que é ele bastante polemizado e de grande interesse em todas as áreas esportivas.

Não é preciso que se diga que não somos médico ou nutricionista, pois é mais que sabido, mas convivemos com eles, não apenas aqui, mas em muitos paises que tivemos a oportunidade de visitar, e, à medida que os encontrávamos, colhíamos dados e, posteriormente, verificávamos com outros técnicos das mais variadas procedências, a ponto de podermos formar nosso conceito a respeito, além da pesquisa que encetamos por anos, em busca do pouco que pretendemos oferecer.

Acontece porém que, na era que atravessamos, não se poderia pretender um livro de técnica desportiva, sem nos acercarmos da nutrição que é a primeira razão de nossa existência e que, por certo, cientificamente estudada e empregada, será também de grande auxílio para a perfórmance atlética.

Não é incomum confundir-se perfórmance com nutrição e, especialmente, alguns tipos de reagente rápidos antes de Uma prova, para a certeza de uma boa realização. É importante, pois, que fique como a verdade desta obra: “a realidade para se chegar à perfórmance está em um trabalho forte, muito forte" Fica claro assim, que a nutrição nada mais representa que uma ajuda para manter o alto nível de treinamento que pretendemos.

Quando conseguimos, em natação, mentalizar o atleta para um trabalho de 10 a 13.000 metros diários, com 13 treinos semanais, isto é, com descanço apenas na tarde de domingo, necessitamos também interessá-lo em nutrição pois sua falta leva o atleta, muitas das vezes, à fadiga precoce, à anemia.

Não podemos também nos esquecer que nadador é atleta de alta perfórmance como o atletismo, diferentemente de outros esportes, para não incorrermos em erro de comparação e levarmos quem treinamos a um caos alimentar. As dietas de calorias e proteínas, em alta intensidade, pode levar à obesidade.

domingo, 27 de setembro de 2015

O diálogo aberto e a opinião honesta entre técnico e atleta

O diálogo aberto e a opinião honesta entre técnico e atleta

O estabelecimento de regras vai gerar o que pretendemos, as respostas, o diálogo aberto e a opinião honesta. É preciso o técnico não tolher os impulsos de seus nadadores, não reprimir suas expressões, não recalcar seus sentimentos e não apagar suas idéias.

Tem que estar na mente.de quem dirige uma equipe que cada atleta está formando sua personalidade e que não pode ter seu desenvolvimento sufocado, pois, muitos são os treinadores que não dialogam com seus comandados, impingem-lhes regras e técnicas que eles têm que aceitar sem contestação, sem que lhes seja permitido dizer o que sentem e o que esperam.

Muito temos lido a esse respeito e vimos que a grande maioria dos psicólogos de nome, defendem a tese que a situação ideal de coexistência entre comandantes e comandados, com integração total do grupo, é o relacionamento autêntico, onde cada indivíduo expressa o que lhe vai internamente, sem o receio de cair em desgraça.

Muitas vezes o nadador não é autêntico, porque tem receio que em sua resposta possa estar impressa uma negativa contra quem dirige e dai advir pensamentos conflitantes. Assim, atletas que dessaformaagem, são robotizados, tendo contensão na personalidade e sua autenticidade é reprimida pelo “Respeito" (o nome mais comum de medo e coação).

Qual o valor do que foi exposto acima, para motivação?

Quando o homem é livre, sente que seu pensamento tem valor, sente que sua palavra é ouvida, ele procura manter-se o maior tempo possível onde isto acontece, porque pode dar asas à sua personalidade, criá-la cultivá-la e- mantê-la.

Você estará criando um lugar agradável, onde o nadador sente que não é apenas mais um a praticar o esporte, mas se constitui, por si só, uma célula de diferente formação mas que é respeitada em sua integridade, que é considerada útil para o grupo e que pode crescer com o organismo a que pertence.

Na realidade, a motivação tem por fim criar ou modificar um comportamento, e para tal, quem pretende conseguir isto em um grupo, precisa não apenas ser um líder, mas conhecer, na faixa etária do grupo, segundo grau social a que pertence e o meio onde vive, tensões, necessidades, direções, desejos, carências, ambições e instintos, para saber se tudo isto apoia o comportamento social e o individual.

É preciso estar presente em nosso pensamento que nem sempre o atleta não alcança o melhor de si, por falta de trabalho físico, por defeito de treinamento, por deficiência da saúde ou repentinas inadaptações, mas sim podemos deixar claro conosco mesmos que, grande parte das vezes, isto acontece por razões internas que muitas vezes estão escondidas sob nuvens de outros sentimentos ou mascaradas por outras situações, de forma tal, que não conseguimos reconhecer a razão real do que se passa com o atleta.

Encerramos, pois este capítulo com a intenção de que o técnico procure olhar seu nadador de "dentro para fora" para ter certeza que não trocará a causa pelo efeito.

QUADRO DE RECORDES -

CLUBE: Escola de Natação C3 - Profe. David

Provas

Inf.A-Masc

Inf.A-Fem.

Inf.B-Masc

Inf.B-Fem.

Juv.A-Masc

Juv.A-Fem

Juv.B-Masc

Juv.B-Fem.

Adulto Masc

Adulto Fem.

25 livre

Pedro

Luiza

Carlos

Mirian

Borges

Eva

André

Gilse

Mario

Diva

15" 04

16" 07

14" 72

15” 17

13" 01

14” 36

12" 59

13” 84

11" 94

12" 81

50 livre

Paulo

Vivian

Cláudio

Alice

Mario

Vera

Luiz

Maria

Heleno

Mareia

33" 02

33”96

32” 06

33” 01

30” 00

32” 45

29” 01

31 ”03

27" 14

29" 08

100 livre

Cedric

Karen

Fernando

Célia

Amauri

Joana

Célio

Dirce

Mauro

Lucy

1'12"01

1’ 14" 62

1’ 08” 70

1’ 42" 10

1'03"20

1 ’ 07” 08

58” 04

1*02” 86

56" 54

1’01" 17

200 livre

Valdir

Leni

Augusto

Carla

Joel

Marli

Wilson

Lucia

Geraldo

Amélia

2' 46" 13

2” 48" 79

2’ 39” 48

2’ 44" 13

j’ 26" 1-í 1

2’38” 16

2’ 16” 41

2’ 24” 27

2’ 04" 05

2’ 19" 70

400 livre

Aldo

Vania

Ulisses

Ana

Aldo

llse

Hercules

Mara

David

Mercedes

5’ 41” 12

6’ 07" 01

5’ 34” 07

5’45” 18

5’ 15" 27

5’ 32” 12

4’51" 09

5’ 16" 34

4’ 40" 01

5’ 03" 31

800 livre

-

-

Léo

Diva

Orestes

Mercia

Ori

Silvia

Celso

Luiza

-

-

13’ 52" 08

14’41" 94

11’44" 63

13’ 31” 07

10’ 40” 36

12’ 21 ”74

9’ 27" 81

11’04” 91

1500 livre

Omar

Bela

Athos

Lilian

Marcos

Ruth

Marcelo

Angela

-

-

21’39" 42

22’ 56" 62

19’ 26" 07

20’ 48" 17

17' 11” 03

18’13” 01

15’ 41 "30

17’ 01” 11

50 costa

Adolfo

Sandra

Jamil

Edla

Jonas

Angela

Abel

Liza

Renato

Cleusa

45" 00

46" 08

41” 01

43" 17

36" 34

38” 76

30” 29

33” 07

29" 02

31” 29

100 costa

William

Tania

Hugo

Genice

Arthur

Rosa

Oscar

Gisele

Regis

Letícia

1’ 16" 41

1’ 17” 41

1’ 12” 70

1’ 14" 77

1109" 09

1’ 11" 04

1’04” 32

1109”18

roí” 70

1107” 96

200 costa

-

Décio

Sara

Julio

Luma

Bento

Norma

Fábio

Elizete

-

2’44” 27

2’ 52" 30

2! 30" 03

2’ 44" 37

2’ 19" 30

2’ 33” 16

2’ 16” 48

2' 21” 13

50 peito

H Cleber

Neuza

Cláudio

Aracy

Hélio

Mary

Boris

Geni

Leandro

Leonor

47" 69

50" 12

43" 09

46" 89

39” 36

42" 10

33” 92

39” 06

31” 73

36" 21

100 peito

Frenry

Edna

Cleto

Doris

Zeno

Flora

Braulio

Elma

Benedito

Adelaide

1'33" 42

1’39" 06

1' 30” 39

1’36" 87

1'20" 14

1’21” 17

1’ 12” 57

1 ’ 20” 60

1’ 11” 90

1’19" 43

200 peito

-

-

Maurício

Laura

Valdo

Ada

Adalberto

Adalgisa

9

-

2’ 48" 19

3’ 02” 21

2’ 40” 20

2’51" 76

2’ 33” 67

2’ 44" 37

50 borb.

Fulvio

Leda

Abílio

Telma

Jean

Hilda

Jonas

Ema

Euclides

Sueli

45” 72

48" 01

41" 22

44" 40

35" 39

40” 68

31 ”90

36" 07

29” 69

34" 43

100 borb.

-

-

Regis

Dina

Rui

Léa

Castor

Sula

Adriano

Zélia

-

-

1' 23” 64

1'29" 48

1’ 13” 12

1'22” 33

1’06” 70

1’ 15” 20

1 ’ 02” 13

1’ 10" 10

200 borb.

-

-

Dantas

Gila

Jonas

Rita

Felício

Katia

-

-

-

-

2' 30” 72

2’ 46” 93

2’ 24" 42

2’ 41” 27

2’ 18” 94

2’ 31" 96

sábado, 26 de setembro de 2015

Como manter alta a motivação da equipe

Como manter alta a motivação da equipe

Se a equipe for muito forte, diremos aos nossos nadadores que desejamos isto para ver como se portam com atletas muito melhores. Aproveitaremos para colocar o adagio esportivo que serve sempre de ânimo para as grandes ocasiões: “é melhor sabermos para quem perdemos que não sabermos de quem ganhamos.

Anunciaremos em cartazes ou qualquer outro tipo de propaganda a categoria da equipe que nos visita, como: Primeira Equipe do Estado, ou, Segunda Força da Natação Brasileira, ou qualquer outra coisa que lhe faça jus de forma a ressaltar o valor da competição e colocar nossos nadadores em plano de disputa com responsabilidade, sem que a derrota venha constituir um ponto de vergonha.

Uma outra forma de se manter alta a motivação da equipe é construir um quadro de recordes e, em toda competição, mesmo não se classificando entre os melhores, pode demonstrar ao público sua melhoria ao romper o recorde do clube.

Enfim, o que o técnico estará procurando nada mais será que estimular seus atletas para desenvolver respostas, criarem atitudes e melhorarem suas habilidades, de modo a criar um vínculo que una um nadador ao outro e cada um deles ao técnico, ou seja, o princípio da família aquática, a gênese do verdadeiro esporte evolutivo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Tratando de uma competição de natação - dicas aos técnicos

Tratando de uma competição de natação - dicas aos técnicos

Quando nós temos uma competição, a importância que ela terá, estará diretamente ligada àquela que nós impuzermos para nossos comandados. Primeiramente, anunciamos para eles o evento, em seguida lhes imprimimos o maior valor possível e, posteriormente, nos dirigimos a uma larga propaganda dentro do clube e fora dele.

Exemplifiquemos:

1) Tratamos uma competição com uma equipe fraca em relação à nossa,

no mês de maio, sem muito interesse em particular, mas nossa ação

assim se processará:

a) Reunimos os atletas e lhes comunicamos: “Vamos ter, no próximo sábado, em nossa piscina, o clube Tal que poderá parecer a vocês que são muito fracos tecnicamente e isto não nos levará a resultado algum, entretanto, vocês precisam saber que, como estão trabalhando intensamente, na sala de ginástica, no campo de atletismo e na piscina, precisamos testar suas condições, para sabermos quando estaremos prontos para uma próxima fase. Além disso, nos interessa saber como você se porta em luta contra o cronômetro, sem ser “apertado” pelo “adversário”.

b) Ainda poderemos adicionar: “Vamos recebê-los com toda cortezia”. Lembrem-se: Atleta é aquele que sabe respeitar e valorizar seu adversário.

c) Vamos mostrar-lhes que, longe da luta pela medalha está a luta pela união da humanidade pelo esporte.

d) Pedimos aos pais que se organizem em grupos e ofereçam lanches aos nossos convidados,

e) Colocamos uma faixa de saudação ao clube visitante.

f) Escrevemos em cartolina (não imprimimos para baratear o custo),

cartazes ressaltando a qualidade de ambas as equipes, solicitando aos associados que compareçam para prestigiarem nossos atletas e saudar os visitantes.

g) Vamos às imprensas escrita e falada e solicitamos sua colaboração através de convites especiais.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Metas e objetivos na Natação Competitiva

Metas e objetivos na Natação Competitiva

Qual nosso objetivo? Natação Competitiva - Selecionar

Todo material que usemos ainda será pouco para tentar motivar, não apenas a criança, mas também os pais. Assim, quadros, figuras, cartazes, músicas, desenhos, pranchas, uniformes, toucas, reuniões, festas, filmes, passeios, competições e premio, tudo o que pudermos lançar mão, o faremos, para estimular o principiante.

Ativar Também é Motivar.

Quando conseguimos nosso intento, temos que criar motivação para passar o aprendiz para o aperfeiçoamento, e nosso objetivo de caminhar em busca da equipe principal, pode ser mesmo para as crianças, a razão central.

Porque melhorar b tempo ou o estilo? Para ganhar de outras da mesma idade e conseguir uma vaga para competições e viagens.

Nós podemos criar viagens curtas, médias e longas, e mais longe irá quem melhor estiver. Podemos determinar prêmios para quem alcançar primeiro determinada metragem, como por exemplo:

1o estágio

10.000

metros nadando

2o estágio

20.000

metros nadando

3o estágio

40.000

metros nadando

4o estágio

80.000

metros nadando

5o estágio

150.000

metros nadando

6o estágio

200.000

metros nadando

7o estágio

500.000

metros nadando e assim por diante.

Estas etapas são apenas exemplos, mas elas podem iniciar no aperfeiçoamento e atingirem o treinamento.

Podemos prever medalha por índice, como o exemplo que se segue:

1) Nado Livre

50 metros

40 segundos uma targeta

35

uma flâmula

30

uma medalha de bronze pequena

29

uma medalha de bronze grande

28

uma medalha de prata pequena

27

uma medalha de prata grande

26

uma medalha de ouro pequena

25

uma medalha de ouro grande

2) 100 metros -

nado livre

1' 30"

mesmo prêmio do primeiro referente aos 50 metros

1' 20”

mesmo prêmio do segundo referente aos 50 metros

1' 10”

mesmo prêmio do terceiro “ aos 50 metros

1' 05"

mesmo prêmio do quarto “ aos 50 metros

1' 00"

mesmo prêmio do quinto referente aos 50 metros

58"

mesmo prêmio do sexto referente aos 50 metros

56"

mesmo prêmio do sétimo referente aos 50 metros

54"

mesmo prêmio do oitavo referente aos 50 metros

Devemos deixar claro que os prêmios serão sempre os mesmos, mas poderão ter algo escrito ou gravado, alusivo ao feito, por isso, daqui para a frente, colocaremos apenas os tempos.

3) 200 metros nado livre

Tempos: 3' 00” - 2' 50" - 2' 40" - 2' 30" - 2' 20"

- 2' 12" - 2' 05" - 2' 00"

4) 400 metros nado livre

Tempos: 5’ 20” - 5’ 10” - 5' 00” - 4’ 50” - 4’ 40”

- 4’ 30” - 4' 15" - 4' 05"

5) 800 metros nado livre (para moças e rapazes) - Pode ser em competições internas.

Tempos:

11'30 - 11'00” - 10'30 -10'00"- 9’ 30" - 9’20” - 9’ 00” -8' 50”

6) 1.500 metros nado livre (para rapazes e moças)

Tempos: 19’ 00” -18’ 30” - 18’ 00" -17' 30”

-17'00"-16'30”-16'10”- 15’50"

7) 50 metros nado de costas

Tempos: 45" - 40" - 35" - 33" - 31" - 30” - 29" -

28"

8) 100 metros nado de costas

Tempos: 1'30” -1'25“ -1'20” -1'15" -1'10” -

1'05" - 1'03" 1'00”

9) 200 metros nado de costas

Tempos: 3’ 00” - 2’ 50” - 2’ 40” - 2’ 30” - 2’ 20”

- 2’ 10”-2'07" - 2’03"

10) 50 metros nado de peito

Tempos: 50”- 45" - 40” - 38" - 36" - 34" -33"

-32"

11) 100 metros nado de peito

Tempos: 1'40” - 1'35" - 1'30” - 1'25" - 1'20”

1'15" -1'10” - 1'07"

12) 200 metros nado de peito

Tempos: 3' 30” - 3' 20” - 3' 10” - 3' 00” - 2' 50”

- 2'40”-2' 30”- 2'20”

13) 50 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

14) 100 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

15) 200 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

16) 100 metros nado medley

Tempos: 1'40” - 1'35" - 1'30” - 1'25" - 1'20”

1'15" - 1'10”- 1'08"

17) 200 metros nado medley Tempos:

3'10”- 3'00”- 2’50”- 2’40”- 2’30” - 2’ 20” - 2’ 10”- 2’08"

18) 400 metros nado medley

Tempos: 5'30”- 5' 20”- 5’10”- 5’ 00"- 4’50”

- 4'40" - 4'30" - 4'25"

Diante destes exemplos, você poderá criar o que lhe for conveniente para o estímulo de sua equipe, uma vez que a ela se adapte.

Recortes de Jornais, publicação de notícias, são coisas que muito nos auxiliam na motivação do atleta, entretanto, não podemos nos esquecer jamais que o nosso objetivo principal é conseguir perfórmances através de competições e, por isso, elas estão sempre em primeiro lugar. Nós enfatizamos isso porque, alguns técnicos criam muitos interesses internos em sua equipe e se afastam de competições, muitas vezes para não assistirem a derrota de seu time, e isto os levará, invariavelmente, a uma falsa noção da equipe que se diluirá por falta de confronto.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A motivação impulsiona o atleta

A motivação impulsiona o atleta

Motivação

Este título não é apenas a mola propulsora de uma equipe de natação, mas de tudo o que se refere à atividade humana.

O técnico tem que possuir regras para si que contenham a mesma proporção de rigidez que ele utiliza para os atletas.

Alguém, muito experiente, com tempo suficiente de prática na piscina, chamou asi mesmo de “Camaleão”, eseorgulhava de tomar aforma que a equipe desejava que ele tivesse.

Este capítulo se divide em uma parte psico-pedagógica que explica a atuação de motivar e uma outra que nos apresenta a prática como a atuante direta.

Não podemos dizer que o que aqui propomos possa representar “generalização universal”, isto é, que venha servir de uso a todos os técnicos que nos lerem, o que seria uma enorme pretensão, mas, mesmo assim, poderá ser utilizado como guia, como base, para o início da motivação.

É preciso, entretanto, nos convencermos que ela é inerente ao ser humano e nós a procuramos e praticamos diariamente, para nosso deleite ou solução alegre para nosso quotidiano.

Aqui, porém, quem está em foco é o atleta, individualmente e em equipe. Precisamos, antes de mais nada, conhecermos suas necessidades, desejos e objetivos. Para construir um guia para tantas tendências, isto não será apenas uma desafio para o técnico, mas uma batalha diária que ele tem que vencer.

Não podemos nos esquecer que a motivação se refere à psicologia experimental que representa o mais desgastado assunto nestes últimos 40 anos. A isto nós nos referimos para que nossos leitores que tanto têm buscado neste ramo da psicologia, a solução para os problemas de sua equipe, saibam que, após tanta leitura, nós tivemos que situar de pronto as necessidades de motivação, os meios para respondê-las e a duração da manutenção do interesse, pois, é necessário saber se ele é de alcance próximo, médio ou remoto.

Primeiramente vamos nos colocar no tópico que abrangeria o primeiro estágio de um técnico: O Aprendizado. Desta forma teremos sempre em mente: aprender é motivar e é preciso motivação para aprender.

Nós nos deparamos, desde o primeiro dia com um ser humano que corresponde a um intrincado labirinto de tendências, desejos e objetivos que nós temos que adequar ou modificar, segundo também, nossos interesses, ou nos modificar para podermos alcançar a pessoa que se nos apresenta. :

Estamos receosos de não sermos claros, por isso, ao invés de rebuscar assuntos e termos psicológicos, vamos colocar nosso pensamento, calcado em nossos anos de experiência e esperar que, se o objetivo não for entendido, alguém nos procurará e nos auxiliará em nosso intento.

Já vimos qua a motivação contém, diante da explanação, os mais variados caminhos que não apenas se diferenciam segundo cada indivíduo, mas dentro dele mesmo isto acontece, tornando-o perdido de si mesmo, dependendo do estagio que se encontra. Vamos pois, imaginar que iniciamos nosso trabalho e precisamos situar normas e planos para atingir o primeiro objetivo que é Aprendizagem.

Falamos já que cada indivíduo que inicia traz consigo desejos e objetivos. Vamos tentar imaginar, ligeiramente, neste começo de trabalho, com quem nos deparamos e a quem precisamos motivar.

1) Crianças são levadas à piscina para aprenderem a nadar apenas um pouco.

2) Outras são filhos de ex nadadores, cujos pais gostariam de vê-los campeões.

3) Algumas vão sozinhas, porque seu vizinho ou colega foi também.

4) Várias delas foram procurar cura para a bronquite ou outro mal qualquer.

5) Certas crianças são demais ativas e os pais querem gastar suas energias.

6) Há crianças calmas, quietas, agitadas, barulhentas, medrosas, afoitas, interessadas, apáticas, tristes, alegres, gordas, magras, grande demais, muito pequenas, enfim, se nós fôssemos descrever os tipos existentes, seria pouco este livro mas o mais curioso é que os pais levam uma criança para emagrecer, outros levam para engordar, alguns para acalmar e ainda outros para agitar, e nós somos os artifíces de tão grande discrepância.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Exercícios Isocinéticos

Exercícios Isocinéticos

Exercícios Isocinéticos

Como já foi dito anteriormente, exercícios com aplicação isocinética são executados em aparelhos cuja resistência ao movimento é a mesma durante todo ele, sem que altere a velocidade.

As máquinas inventadas para tal fim, tiveram seu início com James Perrine, e foram difundidas por todos os Estados Unidos da América do Norte, com a principal participação do Dr. James E. Counsilman.

Hoje conhecemos o “Life Line Gym" que é um aparelho com haste dura de plástico com uma fissura por onde passa uma borracha sintética com resistência preparada para os exercícios isocinéticos.

O Exer Genie é um aparelho pequeno, com regulagem de pressão, de onde saem duas cordas fortes (de nylon ou algodão), com uma manopla em cada uma, para ser segura pelo nadador a fim de que possa ele realizar os movimentos. O aparelho pode ser preso em um prego, uma haste grande, um gancho ou qualquer saliência que possibilite que ele fique seguro.

O último e mais eficaz aparelho isocinético é o Mini Gym.

É uma máquina com um eixo giratório, tendo nele uma corda enrolada a qual possui uma manopla onde o nadador segura para executar os exercícios.

A máquina tem um Dinamógrafo aclopado que serve para regular a resistência dinâmica que se deseja.

Este aparelho pode ser colocado na parede, no chão, em estensores ou no teto. Precisa, unicamente, estar fixo para realização do exercício que pretendemos.

Uma empresa Norte Americana, Nautilus Sports Medical Industries, fabricou, para uso do esporte, com a finalidade de condicionamento físico o Nautilus que constitui-se de várias partes, com os mais diversos tamanhos e formas de utilização, de modo a nele ser acoplado o Mini Gym, para o trabalho istônico e isocinético, com possibilidade de realização do isométrico e semi isométrico, o que veio realmente atender todas as reivindicações esportivas no que concerne à preparação física.

Nós temos, no Brasil, o Apoio, uma máquina que nos serve no momento, na falta do Nautilus, bem como um aparelho semelhante ao Mini Gym, sem no entanto ter acoplado o dinamógrafo.

O que mais utilizamos hoje em dia são os puxadores que nada mais são que cordas de borracha sintética, com resistência próxima à da água com exercícios e séries os mais variados.