quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O Trabalho de Propulsão das Pernas no nado de Costas.

O Trabalho de Propulsão das Pernas no nado de Costas.

Nado de Costas - A Propulsão das Pernas.

Propulsão de Pernas: Uma pernada forte e efetiva é a chave do nado de costas e ela implica não apenas no equilíbrio do corpo mas na propulsão real, que deve ser mantida com ritmo de 6 (seis) batidas para cada ciclo completo de braços. É preciso conseguir-se a máxima flexão dos tornozelos, para uma pernada solta e com trabalho evidente. Os pés são, ligeiramente voltados para dentro conseqüência de uma posição cômoda, além de um maior raio de ação de força nas superfícies propulsivas, embora os pés não devam romper a linha da água, tendo apenas um efeito de ebulição.

As pernas se flexionam na ação descendente e se estendem na ascendente. Todo o trabalho de pernas deve ser executado como o descrito anteriormente, com os braço estendidos no prolongamento do ombro, entrelaçados atrás da cabeça. O uso da prancha deve ser evitado, só o fazendo (com prancha de isopor), sobre os joelhos, para enfatizar sua manutenção abaixo da água e, quando algum aluno tenha grade dificuldade em aprender o batimento de pernas com a posição descrita, usá-la atrás da cabeça, para melhor manutenção do equilíbrio do corpo.

Descrevemos para o nadador a pernada, dizendo-lhe para pensar em chutar uma bola d'água. Isto visa auxiliar a compreensão da fase ascendente da pernada, ao mesmo tempo que, para ter a percepção da fase descendente, o atleta executará a pernada com os braços estendidos para trás, forçando apenas as pernas para baixo, com a sola dos pés. Os braços ao longo do corpo, como na gravura, auxilia aos iniciantes.


Como nós pretendemos um ritmo de 6 (seis) batidas por ciclo completo de braços, pedimos ao nadador, em aperfeiçoamento, que use um estilo de nado devagar com os braços e pernada rápida, para seu controle e noção de ritmo.

Um batimento fraco de pernas pode produzir uma rotação irregular e bamboleio dos quadris.

É preciso que se diga que a flexão da perna no nado de costas, é maior que a do nado crawl, em virtude da "pegada" de água que tem que ser feita por ela em superfície propulsiva em seu movimento ascendente, além de oferecer maior equilíbrio e comodidade, já que a posição obriga a um maior caimento das pernas como podemos ver no desenho.


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