terça-feira, 31 de março de 2015

A Entrada da Braçada no Nado Borboleta

A Entrada da Braçada no Nado Borboleta

Nado Borboleta - Estudo da Propulsão Braços - A entrada

Os braços executam um movimento simultâneo em duas etapas, aérea e submersa, que vamos analisar o mais minuciosamente possível.

Como nos outros estilos, o nado borboleta tem uma divisão na parte subaquática que apresentaremos assim: "Entrada - Extensão - Tração - Empurrada - Recuperação. Na parte aérea, apenas descreveremos, sem divisão, por representar apenas a recuperação dos braços.

A Entrada:

A entrada dos braços na água, após a recuperação aérea, é executada com os cotovelos mais altos que as mãos, o que determina a entrada delas na água antes deles, em uma posição que o primeiro contato é executado pelo polegar, já que, obedecendo o impulso do braço de trás para a frente, as mãos, que estão mais ou menos soltas, tomam uma posição de palma da mão para fora, criando com isto, entre ela e a linha de superfície, um ângulo de aproximadamente 45 graus. As mãos tocam a água em uma distância de 40 a 50 cm. à frente da cabeça, dependendo do comprimento dos braços, na extensão dos ombros, ou ligeiramente mais larga que estes.


Observação:

Você encontrará muitas filosofias de posicionamento, cada uma delas tendo as mais variadas razões, ficando, da mesma forma, convincentes e demonstrando a razão certa. Nós não concordamos com a entrada da mão estendida, tocando primeiro a ponta do dedo médio, por criar um gesto "desenhado", dirigido, que não nos parece o mais apropriado por causar esforço, ao invés de proporcionar uma recuperação na parte aérea, entretanto, deixamos a cargo do leitor, julgar e aplicar o que mais lhe convier.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Posição da Cabeça no Nado Borboleta

Posição da Cabeça no Nado Borboleta

Nado Borboleta - Posição da Cabeça

Aqui, vamos nos dirigir a uma parte importante que nem sempre é cuidada como deve.

A cabeça tem a fase dirigida para frente durante a inspiração e voltada para baixo na expiração.

Ela deve iniciar sua elevação no final da empurrada, manter o queixo no nível da água enquanto inspira e voltar-se para ela após a recuperação dos braços, entrando antes deles na água e saindo também.


A cabeça é elevada para a inspiração a cada dois ciclos completos de braços, para diminuir o atrito criado com sua saída da água e a conseqüente posição oblíqua do corpo em relação a ela.

Há uma posição de grande importância para o nadador de borboleta que muitos deles não obedecem, em virtude da violência do gesto na fase aérea dos braços, que é a posição da cabeça submersa: A água deve se manter na linha do cabelo e o olhar, como em nado de peito, deve ser dirigido obliquamente à linha de raia, não podendo ficar perpendicular ao fundo da piscina e muito menos com o queixo próximo ao peito, já que isto criaria uma posição elevada das pernas, obedecendo à terceira Lei do Movimento de Newton, Ação-Reação, dificultando, pois a pegada, criando zona de atrito e impedindo uma perfeita progressão.


domingo, 29 de março de 2015

Posição do Corpo no Nado Borboleta

Posição do Corpo no Nado Borboleta

Nado Borboleta - Posição do Corpo.

Como já tivemos oportunidade de estudar a posição do corpo em nado borboleta em Metodologia da Natação, vamos relembrar ligeiramente que ele deve ficar o mais paralelamente possível ao nível da água, tomando uma posição oblíqua na saída dos braços para a respiração, em virtude do movimento executado e da lei ação-reação: Sobem cabeça e braço, descem as pernas.

Não vamos falar em particular de nenhuma parte do corpo agora, já que teremos uma explanação sucinta de cada um dos movimentos deste estilo, um pouco mais adiante.


sábado, 28 de março de 2015

Nado Borboleta - Análise do Estilo

Nado Borboleta - Análise do Estilo
Análise do Estilo Nado Borboleta

Este nado, o mais novo de todos, é o que exige maior dispêndio de aplicação de força, por ser um nado cujas fases, aérea e submersa, têm movimento simultâneo das pernas e dos braços.

Apesar disso, é um estilo que desperta grande interesse em todas as pessoas e representa, para quem aprende, uma vitória sobre si mesmo.

Ele é executado com uma grande dose de coordenação para que possa registrar gestos perfeitos.

Como fizemos anteriormente, seguiremos um programa descritivo pré definido que nos levará à compreensão do nado borboleta.

Convém situar aqui uma ligeira confusão que existe neste estilo, o que leva alguns a imaginar que ele é dividido em dois ou que possui dois nomes. É o seguinte o que se passa: Como já tivemos oportunidade de esclarecer em nosso volume "Metodologia da Natação", o borboleta teve sua origem em virtude de uma falta de codificação do nado de peito que permitiu a saída dos braços fora d'água. Isto veio originar o nascimento do estilo borboleta com pernada de peito, que deu nome à prova. Mais tarde, após estudos efetuados, aparece a pernada de golfinho, por parecer com o movimento do peixe, ficou por muitos conhecido como o nado golfinho e por nós mesmos, como por muitos outros países, mas que não ocupou o lugar do nome da prova que continuou a chamar-se borboleta, embora seja comumente chamada golfinho.

Após este esclarecimento necessário, vamos nos dirigir para sua análise técnica nos próximos tópicos.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Exemplos de Treino para o nado de Costas

Exemplos de Treino para o nado de Costas

Exemplos de treinos para atleta do nado de Costas

1°)

Molha corpo (aquecimento) 400 medley

20 x 50 pernas com 5" de repouso - 95% de força 1200 nado peito para manutenção da posição com correção

10 x 200 braço crawl com 85% de força e 30" de repouso

100 solto

20 x 50 peito com 90% de força 20" de repouso

200 posição

2°)

Aquecimento - 400 livre meia força

800 perna forte (peito)

20 x 100 peito 90% de força com 40" de repouso

800 braço crawl 25 forte - 25 fraco

10 x 50 borboleta à cada 1'

800 costas posição

10 x 100 medley à cada 1' 50"

200 posição peito

3°)

Aquecimento - 800 posição costas

600 metros - correção de braços nado peito

10 x 100 costas à cada 1' 50"

400 perna peito-forte

1 tiro de 200 borboleta

400 posição peito

8 x 100 peito com 95% de força - 2' de repouso

200 posição costa

Exemplos como os que acima expusemos, caberão, durante o ano no plano de treinamento que o técnico, com conhecimento e argúcia, deverá oferecer ao nadador.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Treinamento do Nado Peito

Treinamento do Nado Peito

Com respeito a treinamento do nado de peito, temos a dizer que é preciso coragem, perseverança, uma filosofia firme e crença no trabalho.

Devemos pensar também que cada técnico tem diferentes situações e só conseguirá alcançar seu objetivo, se realizar um treino que englobe as necessidades dos atletas com os quais trabalha.

Procurar e conhecer soluções científicas para os nados é um dever de cada técnico, entretanto, pretender aplicações científicas com nadadores jovens em desenvolvimento, que representam a maior parte de nossas equipes, é algo que ainda não aceitamos e temos com isto sérias restrições.

Para não nos alongarmos em dissertações, sobre o que pensamos ou o que fazem os outros, vamos dar uma noção mínima do comportamento do técnico em relação ao treinamento do nado peito.

No início da temporada, não nos interessa o emprego do nado de peito para o nadador deste estilo, mais do que necessário, assim, realizamos uma combinação do nado livre com os outros, dando àquele uma percentagem mais significativa.

Como o nado de peito nos traz sempre problema com relação à articulação do joelho, tudo que pudermos evitar para apressá-lo nós o faremos e costumamos, por assim dizer, fortificar essa região fácil de ser lesada, para receber o duro trabalho do nado que está para vir.

Vamos explicar o que costumamos fazer exatamente, com este estilo: Ensinamos o peito e colocamos o nadador trabalhando durante uma temporada, o que lhe vai garantir uma boa posição e um aumento de satisfação em nadá-lo.

Na segunda temporada, fortificamos e damos abertura às articulações, o mais possível. No terceiro e quarto anos talvez possamos encontrar o nadador pronto para treinar o peito, aí então, empregamo-lo desde o início para desenvolver boa técnica.

Nota: Vamos convir que em nosso país, nem sempre convém ou cabe um trabalho de 4 anos, pois, nem temos a segurança de permanecermos tanto tempo em um único lugar e não sabemos se o nadador permanecerá conosco, ou mesmo se continua a praticar o esporte.

No treinamento temos que observar alguns pontos que tornam possível uma boa técnica dentro do estilo. Solicitamos ao nadador que se habitue a pressionar com as mãos para baixo, no final da extensão do braço, antes da braçada. Esta pressão mantém as mãos 15 a 20 centímetros abaixo da superfície com um bom apoio para o início da braçada.

Esta posição confere ao nadador um atraso respiratório e manterá para ele um sentido de deslize para baixo, o que é preferível que para cima.

Além desse pormenor, temos que solicitar também a ele um atraso na respiração, ou levá-lo a isso, para melhor controle da posição do corpo. A

respiração efetuada cedo, causará um abaixamento das pernas no final da pernada e criará um arco nas costas que denominamos nado em "Fole".

A respiração tardia ainda pode auxiliar na manutenção dos cotovelos altos já que ela ajuda a manter o corpo sobre os braços.

Ainda com respeito à respiração, nós podemos solicitar ao atleta que execute acentuada elevação do queixo em direção ao fim da piscina, sendo entretanto, mantido ao nível da superfície. (Já tivemos oportunidade de relatar sobre isto no novo estilo, um pouco atrás).

É comum o nadador iniciar a respiração enquanto realiza a separação das mãos, isto é um hábito que precisa ser notado pelo técnico e corrigido, colocando um atraso na respiração, levando sua execução para ser feita durante a tração.

Após estas anotações, nos referimos ao treinamento em nado peito apenas como um trabalho especializado, pois o restante será oferecido no capítulo de planejamento anual de treinamento.

Apenas deixamos aqui impresso o que nós fazemos com o nadador especialista de peito.

1) Pensamos sempre em treinar as duas distâncias, 100 a 200 metros, embora saibamos que em uma delas o atleta se sobressai.

2) Utilizamos os outros estilos como suporte e na possibilidade de obtermos um nadador de medley que com o melhor estilo peito, tem grandes possibilidades.

3) Enfatizamos o trabalho de pernas como elemento propulsor de grande valia.

4) Realizamos o movimento de braços com vistas à força de elevação.

5) Alguns tipos de treino por nós utilizados (Ver no tópico seguinte)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Outros Exercícios Educativos para o Nado Peito

Outros Exercícios Educativos para o Nado Peito

Nado Peito - Outros Exercícios educativos

Além do que vimos, no tópico anterior, podemos ainda estabelecer alguns exercícios educativos para o nado de peito:

1°) Nadar com um braço, depois com o outro, depois com ambos 2°) Ir com um braço, voltar com outro, depois com ambos.


3°) Trazer os braços somente do apoio até o início da tração e devolver com grande deslize. Isto também pode ser feito com um braço e depois com outro.


4°) Nada peito com pernada golfinho.

5°) Fazer a pernada com as mãos entrelaçadas sobre o quadril.


terça-feira, 24 de março de 2015

Exercícios Educativos para o Nado Peito

Exercícios Educativos para o Nado Peito

Nado Peito - Exercícios educativos

Pretendemos seguir com explicação e exercício educativo.

1) Posição das mãos no apoio:

A posição das mãos no apoio deve ser com a palma voltada para o fundo da piscina, com uma ligeira inclinação para a lateral, que nós calculamos aproximadamente, em 30 graus, em relação à linha de superfície

Educativo - Posição das mãos no apoio:

Nadar somente com as pernas, mantendo as mãos em posição de apoio, polegares entrelaçados.


2) Direção das mãos para o início da tração

A Direção das Mãos Para o Início da Puxada

Deve ser a seguinte: Respeitando a inclinação das mãos, trazê-las para baixo e para o lado, sem perder a posição de 30 graus, até o início do movimento arrendondado para se efetuar a compressão.


1° Educativo do Nado Peito - Direção das mãos para o início da tração:

Nadando, executar a abertura dos braços sem realizar a braçada, e voltar ao ponto de apoio.

2° Educativo do Nado Peito - Direção das mãos para o início da tração:

O mesmo movimento, usando um braço durante 25 metros, depois o outro.


3° Educativo do Nado Peito

Fazer o movimento com as mãos, desde o ponto de apoio até o início da tração, com batimento de pernas crawl.


3) Largura da braçada no nado Peito:

A largura da braçada corresponde à distância entre as mãos durante a tração, antes do início da compreensão.

Esta largura é individual, mas nós temos que cuidar que ela seja mais larga que os ombros, braços em flexão, o que vai determinar sua dimensão para cada indivíduo.

4) Fixação do punho no nado Peito:

O movimento das mãos para compreensão das moléculas de água, deve ser arredondado, para baixo e para dentro, não sendo apenas das mãos, mas em conjunto com o antebraço que formará uma peça fixa com a mão, não permitindo a flexão do punho.


1° Educativo do Nado Peito - Fixação do punho:

Com pernas crawl, executar o movimento do ante-braço e da mão, contínua e rapidamente.

2° Educativo do Nado Peito - Fixação do punho:

Idem, com a perna de peito.

5) Braçada arredondada no Nado Peito:

A braçada deve ser arredondada e muitos técnicos a explicam graficamente, como um coração invertido. Seu caminho é percorrido durante a tração e compressão terminando antes da devolução.


Para assimilação da braçada arredondada e compressão da água, executamos:

1° Educativo do Nado Peito - Braçada arredondada:

Com os braços dirigidos para o fundo da piscina, executar um movimento arredondado da frente para trás, sem se preocupar com apoio e devolução, com batimento de pernas crawl.


2° Educativo do Nado Peito - Braçada arredondada:

Idem com perna peito.


6) Compressão das moléculas de água no nado Peito:

A compressão das moléculas de água deve ser feita durante a inspiração e com queda dos quadris. Para auxílio deste aprendizado, utilizamos o seguinte:

1° Educativo do Nado Peito - Compressão das moléculas de água:

Com batimento de pernas crawl, aproximação e afastamento das mãos abaixo do queixo, com palma das mãos se defrontando.


2° Educativo do Nado Peito - Compressão das moléculas de água:

Idem com pernas peito.

3° Educativo do Nado Peito - Compressão das moléculas de água:

Idem com perna golfinho (por causa do abaixamento dos quadris).


7) A Devolução no nado Peito:

A devolução deve iniciar com as palmas das mãos se defrontando e ligeiramente voltadas para cima e, à medida que caminha para o final da devolução, elas vão se voltando para o fundo da piscina, durante a extensão do braço que deve ser completa, terminando na já conhecida posição de apoio. Para habituar o aluno à extensão completa dos braços e impedir que antes de tê-los completamente estendidos, inicie a abertura da tração, portanto, sem o devido apoio, agimos como se segue:

Nota: (Não esquecer de dirigir para baixo logo na tomada do apoio).

1° Educativo do Nado Peito - A Devolução:

Nadar o peito com 2 pernadas para cada braçada, mantendo durante a segunda, as mãos na posição de apoio.

2° Educativo do Nado Peito - A Devolução:

Nadar peito e quando estender os braços para tomar o apoio contar mentalmente 2 tempos, antes de iniciar a tração, que deve ser dirigida para baixo.


8) O Ritmo no Nado Peito:

O ritmo da braçada em nado de peito é o inverso da pernada, isto é, tem uma tração lenta e uma devolução rápida ou seja, o momento de força é menos rápido que o da recuperação, enquanto que na pernada este último é mais lento que o momento de força.

Para fazermos nosso aprendiz perceber e dosar, agimos da seguinte maneira:

1° Educativo do Nado Peito - O Ritmo:

De pé, corpo flexionado sobre a água, ação dos braços, partindo do apoio, com uma vantagem mental de 2 tempos, sendo o 1a durante a tração e o segundo quando acontece o apoio Isto evita a parada sob o queixo e faz com que o aluno execute o primeiro movimento lento e o segundo rápido.


2° Educativo do Nado Peito - O Ritmo:

Idem, nadando.

segunda-feira, 23 de março de 2015

O Aperfeiçoamento da Braçada no Nado Peito

O Aperfeiçoamento da Braçada no Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - O Aperfeiçoamento da Propulsão de Braços

Já conhecemos a técnica da execução da braçada em nado de peito e sabemos também que, embora devamos oferecer o melhor, o mais moderno para nossos nadadores, temos, antes de tudo, que respeitar suas individualidades e suas preferências.

Desta forma, quando iniciamos um trabalho de aperfeiçoamento em nado de peito, temos que levar em consideração que o nadar já não é comum ao ser humano, mas, nadar peito, com o tipo de pernada e alavancas pretendidas, é ainda mais anti-natural, por isso, quando se iniciam as dores nos joelhos, músculos da perna, calcanhares, trapézio, etc. não devemos forçar, mas ao contrário, dar sempre uma pausa com palavras de incentivo.

Para aperfeiçoarmos a braçada do nado de peito, olhamos, principalmente, para os seguinte pontos:

1) Posição das mãos no apoio;

2) Direção das mãos para o início da tração;

3) Largura da braçada;

4) Fixação do punho;

5) Braçada arredondada;

6) Compressão das moléculas de água;


7) devolução:


8) ritmo da braçada.

domingo, 22 de março de 2015

Exercícios para Pernada Nado Peito

Exercícios para Pernada Nado Peito

Nado Peito - Exercícios Referentes ao Trabalho de Pernas:

Exercícios para aperfeiçoamento da Pernada Nado Peito

1) Trabalho de pernas sem prancha - objetivo - manutenção do equilíbrio.


2) Trabalho de pernas em posição vertical: objetivo - "pegada" e força.


3) Pernada em decúbito ventral - objetivo - "pegada" e estudo da simetria


4) Execução do movimento de pernas na lateral - objetivo - noção de posição, espaço e simetria.


5) Com uma das mãos, segurar a perna correspondente e com a outra mão e perna, executar o nado. Objetivo - manutenção de posição equilibrada e força


6) Dois a dois - um segurando na perna do outro - o primeiro executa a pernada e o segundo, a braçada: objetivo - noção de tempo e aplicação de força


7) Pernada de peito com braçada de crawl: objetivo- equilíbrio e elevação das pernas na execução do nado de peito.


8) Pernada junto da parede da piscina: objetivo - evitar abertura demasiada


9) Trazer as pernas juntas, flexionadas, com os pés tocando os quadris -abrir com um violento impulso semi circular para fora, para baixo e para trás - utilizar várias pranchas para melhor execução.


Estes e outros exercícios criados por você ou modificados a seu gosto devem existir para uma noção perfeita da pernada e um trabalho eficiente em sua execução.

sábado, 21 de março de 2015

O Aperfeiçoamento da Pernada no Nado Peito

O Aperfeiçoamento da Pernada no Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - O Aperfeiçoamento da Pernada

Neste aspecto, temos que reparar em vários pontos como os que se seguem:

a) Abertura dos joelhos


Esta abertura deve ser mais conveniente possível ao atleta, embora nós devamos ter nossa forma de ver e possuir o quadro do nado.

b) Posição dos pés, após a flexão, durante a pernada e na extensão.

c) Posição dos joelhos - sempre em direção ao fundo da piscina.


d) Ritmo

Cabe-nos, principalmente, antes de procurarmos os pontos que vamos aperfeiçoar, saber que linha de estilo utilizamos e qual nossa filosofia em relação às diferentes execuções da pernada.

Uma vez resolvido isto, nos dirigimos para o aperfeiçoamento.

Supondo que o estilo de longas pernadas e amplas braçadas seja o que mais me agrade, com deslize e impulsão de pernas representando 70% da propulsão, então procurarei exercícios que realizem o seguinte:

a) Elevação dos joelhos durante a fase de recuperação da pernada.


b) Oposição da parte plantar dos pés.


c) Uma ampla circundução coxo-femural.


No caso de querermos um nado com pernada bastante estreita, procuremos exercícios que nos propiciem:

a) Joelhos dirigidos para o fundo da piscina.

b) Na recuperação das pernas, uma abertura de pés maior que dos joelhos.


c) Um menor ângulo formado entre a coxa e o abdômen.


Se, entretanto, desejarmos ensinar o novo estilo, procuraremos:

a) Execução de um movimento de quadril, provocado, para baixo, e um ocasionado para cima.

b) Compressão das moléculas de água em um ritmo tão firme que obrigue a uma movimentação dos ombros para entrar como auxiliares do gesto em questão.


c) Dar meio tempo a mais na execução da pernada, iniciando logo após os braços, antes que estes atinjam a puxada propriamente dita.

d) Executar uma pernada mais aberta. Não podemos nos esquecer que os itens acima relacionados interferem diretamente, não apenas no trabalho de pernas, mas no de braços também.


sexta-feira, 20 de março de 2015

O Aperfeiçoamento da Posição da Cabeça no Nado Peito

O Aperfeiçoamento da Posição da Cabeça no Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - O Aperfeiçoamento da Posição da Cabeça.

De pé, com os pés tocando o fundo da piscina, executar o ciclo respiratório, andando, para a compreensão de como utilizar a cabeça durante o nado, enfatizando a movimentação suave, permitindo a submersão da cabeça, mantendo a posição oblíqua dos olhos em relação ao fundo da piscina, mais claramente, em relação à linha de raia.


quinta-feira, 19 de março de 2015

O Aperfeiçoamento da Posição do Corpo no Nado Peito

O Aperfeiçoamento da Posição do Corpo no Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - O Aperfeiçoamento da Posição do Corpo.

Para auxiliarmos o nadador a manter uma boa posição, lhe damos um trabalho de pernas, sem utilização da prancha que executamos da seguinte maneira: Solicitamos ao nadador que mantenha os braços estendidos, abaixo da superfície da água, mãos juntas, palmas das mãos para baixo, polegares entrelaçados, para a manutenção da posição, executar uma vigorosa pernada, deixar o deslize tomar conta do corpo, até que, se enfraquecendo, ocasiona a queda das pernas que devem ser deixadas até uma situação oblíqua e reiniciar o movimento. Isto traz uma noção muito grande da posição do corpo em nado peito.


quarta-feira, 18 de março de 2015

O Aperfeiçoamento do Nado Peito

O Aperfeiçoamento do Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - O Aperfeiçoamento

Como todos os outros estilos, temos que nos dirigir por nosso esquema já conhecido: Aprendizado, Aperfeiçoamento e Treinamento que dispensam qualquer comentário à parte, já que foram dissecados anteriormente e explicada a razão que nos leva a esta seqüência.

Vejamos o Aperfeiçoamento:

Não nos basta saber que o aperfeiçoamento se inicia após o aprendizado do nado crawl, é preciso diferençar uma coisa da outra, para não deixarmos o aprendiz adquirir gestos e posturas erradas em virtude de receber em aprendizado, orientações que deveriam ser dadas após o aluno ter um nível mais avançado ou uma desenvoltura que nos assegure sua percepção e execução a contento.

É muito comum encontrarmos professores que iniciam o nado peito com ensino da alavanca, conseguindo que o aprendiz execute gestos que ainda não lhe são correspondentes, o que motiva um nado contraído, descoordenado e com grande possibilidade de não continuar sendo praticado, em virtude do desagrado que ocasiona sua execução.

É o mesmo que ensinarmos o nado crawl com o educativo "asa de frango", o que vai redundar em uma execução descoordenada e mal feita por parte do aprendiz.

Assim vamos estudar o aprendizado do nado peito em concordância com a seqüência pedagógica que previmos em nosso livro Metodologia da Natação

e partir para um aperfeiçoamento que nos leve a uma realização perfeita do nado em questão.

Iniciando no ponto que o (a) jovem nada o peito com desenvoltura, deslize e segurança mesmo sem o emprego de alavancas, mas com estabilidade na água, capaz de permitir-lhe concretizar o aprendizado através de um aperfeiçoamento por partes e bem executado. Assim passamos aos seguimentos necessários para o nosso desenvolvimento:

- Aperfeiçoamento da Posição do Corpo

- Aperfeiçoamento da Posição da Cabeça

- Aperfeiçoamento da Pernada peito

Veremos esses seguimentos nos tópicos a seguir.

terça-feira, 17 de março de 2015

A Aprendizagem do Nado Peito

A Aprendizagem do Nado Peito

Nado Peito - Análise de Trabalho - A Aprendizagem

Como todos os outros estilos, temos que nos dirigir por nosso esquema já conhecido: Aprendizado, Aperfeiçoamento e Treinamento que dispensam qualquer comentário à parte, já que foram dissecados anteriormente e explicada a razão que nos leva a esta seqüência.

Vejamos a Aprendizagem:

Como já o dissemos, é muito necessário nesta etapa, construirmos um quadro mental do que desejamos que se forme como modelo, a fim de trabalharmos o aprendiz em direção do estilo desejado. Filmes, desenhos, fotos, gravuras, vídeo-tapes, tudo é válido para a criação da imagem do nado que pretendemos fixar no aluno.

A utilização de um nadador experimentado, palestras com quadro negro e explicações claras, são tônicos da aprendizagem.

É válido o exercício a seco, a utilização do extensor, da borracha presa a um lugar qualquer com a altura aproximada de 1 metro do solo, bem como exercício na água, a exposição da metodologia utilizada, a explanação dos educativos e a descrição das aplicações.

O nado de peito toma uma grande parte do aperfeiçoamento, não só por ser um movimento anti-natural, como também por exigir exercícios de flexão de pouca possibilidade de visualização, trazendo assim um maior grau de dificuldade para o aprendiz.

Dar a explicação do nado por partes, como dito anteriormente, neste capítulo, durante a análise técnica do estilo, com muita simplicidade clareza e demonstração.

Temos já construida a seqüência pedagógica do nado de peito, na qual adicionamos agora, apenas a ligeira flexão do quadril para baixo, durante a tração do braço e sua conseqüente elevação na extensão total do corpo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Capacidade do Atleta em Nado Peito

Capacidade do Atleta em Nado Peito
Nado Peito - Análise de Capacidade

A isto corresponde à maior capacidade de desenvolver o nado em 100 ou 200 metros, as duas provas referentes ao estilo.

Nós acreditamos que uma boa percentagem de atletas nada muito bem uma delas e razoavelmente bem a outra, o que não impede que eles possam ser campeões em ambas.

Os resultados olímpicos nos comprovam minha primeira afirmação:

Em 1968, a primeira vez que foi incluída a prova de 100 metros nado de peito nas Olimpíadas, ela foi vencida pelo americano Donnald Mckenzie, não conseguindo classificação nos 200 metros que teve como vencedor o mexicano F. Munhoz; em 1972 Nobuta Tagushi vence os 100 metros e John Hencken vence os 200 metros; em 1976, John Hencken é o vencedor dos 100 metros e David Wilkie ganha os 200 metros, e, finalmente, em 1980 o vencedor dos 100 metros é Goodhaew e Robertas Zulpas vence os 200 metros. Desta forma, podemos observar que, desde o advento da prova de 100 metros em 1968, não tivemos o mesmo vencedor em ambas as provas, o que pode realmente nos dizer alguma coisa. Da mesma maneira, a boa classificação de John Hencken nos 200 metros em 1976 e outra em 1972, pode comprovar o que dissemos acima: "nada impede que venha a ser campeão em ambas, pois John Hencken o foi nos Estados Unidos.

Aqui mesmo no Brasil, podemos colocar como exemplo o melhor nadador brasileiro de sua época, José Silvio Fiolo, que foi recordista mundial dos 100 metros, quarto colocado na Olimpíada do México, na prova de 100 metros e não teve a mesma expressão internacional nos 200 metros. Podemos exemplificar em tempo:

Para os 100 metros: primeiros 50 metros em 30”; volta em 32" 40 igual a 8%. Teremos um total para os 200 metros de 1' 02" 40. Os primeiros 50 metros eqüivalem ao segundo dos 100 metros (32" 40). O segundo 50 metros é igual a mais 8% = 34" 99 - passagem dos 100 m - 1' 07" 39. O segundo 100 metros teria um aumento de 8% = 1' 12" 78 que daria um total de 2' 20" 17.

A prova de 200 metros nado de peito precisa saber ser nadada. Sua dosagem não deve deixar que o atleta perca mais que 7 a 8% em sua passagem de 100 e, principalmente, estar muito treinado nas viradas que dão em maior número e que irão oferecer grande possibilidade de manutenção do equilíbrio entre as duas partes da prova de 200 metros.

Estar bastante preparado em "passagem negativa" (negative split), treinamento que corresponde a uma metade da distância nadada ser mais forte que a primeira, o que vai possibilitar ao atleta realizar um melhor 100 metros finais. Além disso, há um treino de "volta" ao qual nós nos reportaremos, tanto quanto o "negative split", dentro do capítulo, treinamento do nado peito.

domingo, 15 de março de 2015

Como Fazer a Chegada no Nado Peito

Como Fazer a Chegada no Nado Peito

Nado Peito - Estudo da Chegada

Esta deve ser feita com ambas as mãos, tocando a parede da piscina.

É muito comum o nadador, ao sentir a aproximação da parede, e por ser curto o espaço que falta, ele chegar através de um deslize o que representa uma grande perda de tempo que pode ocasionar uma prova perdida ou um recorde não quebrado. Assim, quando isto suceder, uma braçada curta e rápida deve ser executada, antes do toque firme efetuado na parede.

Uma recomendação deve ser feita ao nadador de peito, não olhar de lado para o adversário, apenas vigiá-lo com o canto dos olhos, ou sob a água, para evitar paradas bruscas e criação de zonas de atrito que impedem a impulsão do nadador.

sábado, 14 de março de 2015

Como Fazer a Virada no Nado Peito

Como Fazer a Virada no Nado Peito

Nado Peito - Análise das Viradas

Há apenas um tipo de virada em nado de peito, que, para ser eficiente, tem que ser muito bem treinada, garantindo assim sua coordenação e aproveitamento.

Ao tocarmos a borda com ambas as mãos, como diz a regra, (Metodologia da Natação), uma delas deixa a parede na direção do fundo da piscina, e para frente, enquanto que a outra executa um movimento aéreo e entra na água para juntar-se com a primeira. A esta altura, os pés pressionam com grande força a parede da piscina e as pernas se estendem vigorosamente, com o corpo meio voltado ainda para a lateral, sofrendo este, uma forte impulsão seguida de um deslize, durante o qual o corpo se arruma e se equilibra em Decúbito Ventral, iniciando-se a primeira fase da braçada filipina, realizada na saída que passa a repetir-se na virada, com a mesma perfeita execução, por representar ganho de tempo no cômputo geral.


sexta-feira, 13 de março de 2015

Como Fazer a Saída em Nado Peito

Como Fazer a Saída em Nado Peito

Nado Peito - Saídas de Competição

As saídas executadas em nado de peito, têm, sobre o bloco de saída, as mesmas características do nado crawl, valendo a mesma afirmativa durante a trajetória aérea. Quando o corpo atinge a água, é que ela se diferencia pois, ao invés de realizar o corte dela imediatamente, através da elevação da cabeça, esta se mantém abaixada e o corpo permanece em extensão até que sinta que está terminando a primeira impulsão, quando os braços realizam uma tração lateral, arredondada, seguida de uma empurrada forte para trás, permanecendo eles ao lado do corpo, até que o nadador sinta que este segundo impulso se acaba, para iniciar o nado, saindo com a cabeça fora d'água, antes de terminar o ciclo completo dos braços e pernas.

A esta ação subaquática foi dado o nome, por nossos técnicos, "braçada filipina", cuja explicação é feita em nosso livro, Metodologia da Natação.


É muito importante colocar-se aqui que o movimento de recuperação dos braços na "filipina", na saída e nas viradas, deve ser feito à frente do corpo, e não deixar que os braços se abram para a lateral demasiadamente, evitando colocar os cotovelos fora da largura dos ombros, deixando assim, sofrer uma perda na diminuição do deslize. Ao finalizar o procedimento da "filipina", antes dos braços passarem na largura dos ombros na braçada seguinte à “filipina", é importante elevar a cabeça, quebrando a superfície da água e iniciar o nado. (colaboração do Prof. Dr. Oscar Amauri Ericsen).

quinta-feira, 12 de março de 2015

Coordenação dos movimentos no Nado Peito

Coordenação dos movimentos no Nado Peito

Como fazer a Coordenação dos movimentos no Nado Peito

Até agora nós não falamos no estilo nem em suas modificações, assim, vamos então proceder a esta explicação, para nos inteirarmos de tudo que se passa com ele.

Se nos reportarmos ao seu histórico, vamos encontrá-lo com larga braçada, larga pernada e grande deslize, que permaneceu por muitas dezenas de anos, Vindo sofrer modificações que não se fixaram mas que serviram para criar um novo estilo, o borboleta. Tudo sobre o histórico deste nado, encontra-se em Metodologia da Natação.

Até a década de 60, o nado peito permaneceu como estava, tendo apenas sido regulamentado para competições, mas daí para a frente, com o advento do "novo estilo", lançado por James Counsilman, através de seu nadador, Chet Jastrensky, o nado passou a ser com uma pernada curta, uma braçada também curta, ficando aquela com um tempo de atraso em relação à esta. Sua coordenação, que ainda subsiste, baseava-se, ou melhor, ainda baseia-se no seguinte:

a) Partindo da posição horizontal, estando pernas e braços estendidos, a cabeça com a face em uma posição oblíqua.

b) As mãos iniciam o movimento e quando elas atingem o final da puxada.

c) A cabeça eleva-se acima da superfície para a inspiração.

d) Ao mesmo tempo que as pernas realizam a fase de recuperação ou armação da pernada e

e) em um vigoroso impulso as pernas se estendem com uma ligeira rotação lateral, ao mesmo tempo que

f) as mãos executam uma devolução para frente, completa e forte, enquanto

g) a cabeça submerge para expiração.


Um movimento que pode ser evitado na coordenação é a parada exagerada sob o corpo na hora da compressão das moléculas de água.

Como podemos evitar isso? Criando exercícios e correções que façam o atleta lembrar-se que a braçada é executada em dois tempos, um na abertura

dos braços e outro na devolução. Se os braços forem parados sob o corpo, estaremos realizando uma braçada com três tempos.

Que mudança pode ter havido em tudo isto?

Conquanto não seja ainda utilizado em todo mundo, e não tenha ainda também composto o quadro de seqüência pedagógica, o que se passa é exatamente o que se segue:

1) As pernas ganham meio tempo em recuperação, isto é, iniciam seu movimento logo após o início da puxada dos braços.

2) Os quadris são forçados para baixo, o que cria no corpo uma posição sanfonada.


3) A cabeça se eleva mais, ficando acima da onda realizada pela forte compressão das moléculas de água.


4) Na extensão do corpo, como conseqüência de ação-reação, os quadris se elevam e as mãos tomam uma direção para baixo, como se passasse por sobre uma bola e se quisesse tocar sua parte inferior.


O que pode ser mais útil nestas modificações e que erros podem advir sua aplicação?

Vamos responder a primeira parte:

a) O nado torna-se mais rápido porque ganha mais tempo na execução da pernada.

b) A "pegada" de água fica mais aberta e mais funda, facilitando o encontro de superfícies propulsivas.


c) O abaixamento dos quadris e sua conseqüente elevação criam uma situação de "golfada" que elimina parte da resistência de água, criando maior velocidade.

A segunda parte também existe:

a) Na aplicação de seu ensino, a elevação do quadril pode não tomar-se um movimento natural, conseqüente, mas provocado, o que irá levar a cabeça para o fundo, em demasia criando um nado "brecado*.

b) A "golfada" em vez de ser um movimento imperceptível, criado pelo ligeiro abaixamento dos quadris, pode tornar-se um ato executado, por conseguinte, em exagero, o que não só poderá brecar a linha de propulsão do nado, mas também criar razões para desclassificação.

c) O movimento oscilatório dos braços, em virtude da ação dos quadris, tira as mãos fora do local de aplicação de força.

Tudo isto tem que ser medido e pesado, para que possamos, não apenas atender nossas conveniências, mas as regras e, principalmente, a ação propulsiva do nado.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Como Fazer a Respiração no Nado Peito

Como Fazer a Respiração no Nado Peito

Nado Peito - Estudo da Respiração

A cabeça deve manter uma posição estável, face voltada para frente, sendo que durante a expiração sob a água, a superfície líquida se mantém na linha dos cabelos, ou mesmo cobrindo a cabeça com a onda frontal.


A respiração deve continuar até que a boca saia fora d'água, quando o ar é solto explosivamente, antes da inspiração, para impedir a entrada de água na boca.

Inicia-se então a inspiração, que acontece no início da puxada dos braços, devolvendo novamente, para repetir o ciclo de exercício.

Durante a fase subaquática, os olhos devem manter uma direção oblíqua, em relação à linha de raia e, na fase inspiratória, a cabeça deve sair com o queixo em contato com a superfície.


Com o nado moderno, parece-nos que isto não acontece exatamente, ficando o queixo muito acima da superfície. Isto é verdade até certo ponto, porque vamos contar como superfície a onda criada pela compressão das moléculas de água, nos parecendo assim, que a cabeça está em grande altura, o que realmente acontece, se levarmos em consideração a linha da água e não a do nado.