quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O pulso basal

O pulso basal

Explicação: O pulso basal deve ser tomado antes do atleta despertar.

Quando o batimento cardíaco for par, colocamos um ponto no centro do pequeno quadro na linha do número e quando for ímpar, colocamos na linha, abaixo se o número for menor e acima se o número for maior.

Depois será traçada a linha dos movimentos cardíacos em repouso.

No gráfico de proporção média, tiramos a média aritmética dos batimentos mensais e colocamos no mês correspondente.

Traçamos depois a linha cardíaca anual.

2) Que Conceito Podem Ter Sobre Nutrição?

a) Conhecem os melhores alimentos para seu estado atlético?

b) Podem manter, financeiramente, uma dieta alimentar?

c) A família está entrosada à sua carreira atlética?

d) Estão interessados em manter uma dieta?

e) Controle basal

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O uso indiscriminado de carbohidratos

O uso indiscriminado de carbohidratos

O uso indiscriminado de carbohidratos na prática alimentar, pode produzir anormalidades cardíacas. Muitas vitaminas podem teornar-se tóxico e a falta de alimento substancioso pode afetar o metabolismo proteico e o volume sanguíneo em circulação. Isto nos leva a saber que quando temos necessidade de orientar nosso atleta com respeito à nutrição, devemos fazê-lo com certeza ou enviar a quem possa realizá-lo bem.

Sabemos que nós, técnicos de natação, temos limitado o nosso conhecimento em relação ao capítulo em exposição, mas há uma coisa que nos fala alto, e isto é o bom senso.

Alguém poderá achar que o mais fácil é consultarmos vários nutricionistas. Quando procuramos muitos deles iremos verificar não ser o melhor caminho. Se reunirmos 200 nutricionistas, teremos 200 diferentes opiniões e quando se tratar de aplicação no esporte o emaranhado será maior para embaralhar de vez nossa compreensão. Ninguém conhece o nadador mais que nós técnicos, assim, a

“receita” que podemos enviar é a seguinte: Ouvir o nutricionista, ouvir o atleta, usar o bom senso e realizar a dieta alimentar.

Para chegarmos a alguma conclusão teremos que estar com alguns pontos de dúvida, resolvidos, para não agirmos precipitadamente e levarmos nosso nadador a realizações pobres que não saberíamos explicar a razão e não poderíamos constatar o erro. Que faríamos? Para nos situarmos teremos que levar em consideração pontos que conhecemos ou que temos que conhecer:

1) Como Se Encontram Fisicamente?

a) Cansam-se muito?

b) Baixam muito as médias de repetições?

c) Chegam mais rápido ao cansaço, em competição?

d) Ficam resfriados, gripados, com frequência?

e) Sentem frio repetidas vezes, mesmo com a água em grau normal?

f) Os músculos, de um dia para o outro, sentem dificuldade de recuperar-se?

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Nutrição do atleta de natação

A Nutrição do atleta de natação

Nutrição

Vamos tentar abordar o assunto, nutrição, já que é ele bastante polemizado e de grande interesse em todas as áreas esportivas.

Não é preciso que se diga que não somos médico ou nutricionista, pois é mais que sabido, mas convivemos com eles, não apenas aqui, mas em muitos paises que tivemos a oportunidade de visitar, e, à medida que os encontrávamos, colhíamos dados e, posteriormente, verificávamos com outros técnicos das mais variadas procedências, a ponto de podermos formar nosso conceito a respeito, além da pesquisa que encetamos por anos, em busca do pouco que pretendemos oferecer.

Acontece porém que, na era que atravessamos, não se poderia pretender um livro de técnica desportiva, sem nos acercarmos da nutrição que é a primeira razão de nossa existência e que, por certo, cientificamente estudada e empregada, será também de grande auxílio para a perfórmance atlética.

Não é incomum confundir-se perfórmance com nutrição e, especialmente, alguns tipos de reagente rápidos antes de Uma prova, para a certeza de uma boa realização. É importante, pois, que fique como a verdade desta obra: “a realidade para se chegar à perfórmance está em um trabalho forte, muito forte" Fica claro assim, que a nutrição nada mais representa que uma ajuda para manter o alto nível de treinamento que pretendemos.

Quando conseguimos, em natação, mentalizar o atleta para um trabalho de 10 a 13.000 metros diários, com 13 treinos semanais, isto é, com descanço apenas na tarde de domingo, necessitamos também interessá-lo em nutrição pois sua falta leva o atleta, muitas das vezes, à fadiga precoce, à anemia.

Não podemos também nos esquecer que nadador é atleta de alta perfórmance como o atletismo, diferentemente de outros esportes, para não incorrermos em erro de comparação e levarmos quem treinamos a um caos alimentar. As dietas de calorias e proteínas, em alta intensidade, pode levar à obesidade.

domingo, 27 de setembro de 2015

O diálogo aberto e a opinião honesta entre técnico e atleta

O diálogo aberto e a opinião honesta entre técnico e atleta

O estabelecimento de regras vai gerar o que pretendemos, as respostas, o diálogo aberto e a opinião honesta. É preciso o técnico não tolher os impulsos de seus nadadores, não reprimir suas expressões, não recalcar seus sentimentos e não apagar suas idéias.

Tem que estar na mente.de quem dirige uma equipe que cada atleta está formando sua personalidade e que não pode ter seu desenvolvimento sufocado, pois, muitos são os treinadores que não dialogam com seus comandados, impingem-lhes regras e técnicas que eles têm que aceitar sem contestação, sem que lhes seja permitido dizer o que sentem e o que esperam.

Muito temos lido a esse respeito e vimos que a grande maioria dos psicólogos de nome, defendem a tese que a situação ideal de coexistência entre comandantes e comandados, com integração total do grupo, é o relacionamento autêntico, onde cada indivíduo expressa o que lhe vai internamente, sem o receio de cair em desgraça.

Muitas vezes o nadador não é autêntico, porque tem receio que em sua resposta possa estar impressa uma negativa contra quem dirige e dai advir pensamentos conflitantes. Assim, atletas que dessaformaagem, são robotizados, tendo contensão na personalidade e sua autenticidade é reprimida pelo “Respeito" (o nome mais comum de medo e coação).

Qual o valor do que foi exposto acima, para motivação?

Quando o homem é livre, sente que seu pensamento tem valor, sente que sua palavra é ouvida, ele procura manter-se o maior tempo possível onde isto acontece, porque pode dar asas à sua personalidade, criá-la cultivá-la e- mantê-la.

Você estará criando um lugar agradável, onde o nadador sente que não é apenas mais um a praticar o esporte, mas se constitui, por si só, uma célula de diferente formação mas que é respeitada em sua integridade, que é considerada útil para o grupo e que pode crescer com o organismo a que pertence.

Na realidade, a motivação tem por fim criar ou modificar um comportamento, e para tal, quem pretende conseguir isto em um grupo, precisa não apenas ser um líder, mas conhecer, na faixa etária do grupo, segundo grau social a que pertence e o meio onde vive, tensões, necessidades, direções, desejos, carências, ambições e instintos, para saber se tudo isto apoia o comportamento social e o individual.

É preciso estar presente em nosso pensamento que nem sempre o atleta não alcança o melhor de si, por falta de trabalho físico, por defeito de treinamento, por deficiência da saúde ou repentinas inadaptações, mas sim podemos deixar claro conosco mesmos que, grande parte das vezes, isto acontece por razões internas que muitas vezes estão escondidas sob nuvens de outros sentimentos ou mascaradas por outras situações, de forma tal, que não conseguimos reconhecer a razão real do que se passa com o atleta.

Encerramos, pois este capítulo com a intenção de que o técnico procure olhar seu nadador de "dentro para fora" para ter certeza que não trocará a causa pelo efeito.

QUADRO DE RECORDES -

CLUBE: Escola de Natação C3 - Profe. David

Provas

Inf.A-Masc

Inf.A-Fem.

Inf.B-Masc

Inf.B-Fem.

Juv.A-Masc

Juv.A-Fem

Juv.B-Masc

Juv.B-Fem.

Adulto Masc

Adulto Fem.

25 livre

Pedro

Luiza

Carlos

Mirian

Borges

Eva

André

Gilse

Mario

Diva

15" 04

16" 07

14" 72

15” 17

13" 01

14” 36

12" 59

13” 84

11" 94

12" 81

50 livre

Paulo

Vivian

Cláudio

Alice

Mario

Vera

Luiz

Maria

Heleno

Mareia

33" 02

33”96

32” 06

33” 01

30” 00

32” 45

29” 01

31 ”03

27" 14

29" 08

100 livre

Cedric

Karen

Fernando

Célia

Amauri

Joana

Célio

Dirce

Mauro

Lucy

1'12"01

1’ 14" 62

1’ 08” 70

1’ 42" 10

1'03"20

1 ’ 07” 08

58” 04

1*02” 86

56" 54

1’01" 17

200 livre

Valdir

Leni

Augusto

Carla

Joel

Marli

Wilson

Lucia

Geraldo

Amélia

2' 46" 13

2” 48" 79

2’ 39” 48

2’ 44" 13

j’ 26" 1-í 1

2’38” 16

2’ 16” 41

2’ 24” 27

2’ 04" 05

2’ 19" 70

400 livre

Aldo

Vania

Ulisses

Ana

Aldo

llse

Hercules

Mara

David

Mercedes

5’ 41” 12

6’ 07" 01

5’ 34” 07

5’45” 18

5’ 15" 27

5’ 32” 12

4’51" 09

5’ 16" 34

4’ 40" 01

5’ 03" 31

800 livre

-

-

Léo

Diva

Orestes

Mercia

Ori

Silvia

Celso

Luiza

-

-

13’ 52" 08

14’41" 94

11’44" 63

13’ 31” 07

10’ 40” 36

12’ 21 ”74

9’ 27" 81

11’04” 91

1500 livre

Omar

Bela

Athos

Lilian

Marcos

Ruth

Marcelo

Angela

-

-

21’39" 42

22’ 56" 62

19’ 26" 07

20’ 48" 17

17' 11” 03

18’13” 01

15’ 41 "30

17’ 01” 11

50 costa

Adolfo

Sandra

Jamil

Edla

Jonas

Angela

Abel

Liza

Renato

Cleusa

45" 00

46" 08

41” 01

43" 17

36" 34

38” 76

30” 29

33” 07

29" 02

31” 29

100 costa

William

Tania

Hugo

Genice

Arthur

Rosa

Oscar

Gisele

Regis

Letícia

1’ 16" 41

1’ 17” 41

1’ 12” 70

1’ 14" 77

1109" 09

1’ 11" 04

1’04” 32

1109”18

roí” 70

1107” 96

200 costa

-

Décio

Sara

Julio

Luma

Bento

Norma

Fábio

Elizete

-

2’44” 27

2’ 52" 30

2! 30" 03

2’ 44" 37

2’ 19" 30

2’ 33” 16

2’ 16” 48

2' 21” 13

50 peito

H Cleber

Neuza

Cláudio

Aracy

Hélio

Mary

Boris

Geni

Leandro

Leonor

47" 69

50" 12

43" 09

46" 89

39” 36

42" 10

33” 92

39” 06

31” 73

36" 21

100 peito

Frenry

Edna

Cleto

Doris

Zeno

Flora

Braulio

Elma

Benedito

Adelaide

1'33" 42

1’39" 06

1' 30” 39

1’36" 87

1'20" 14

1’21” 17

1’ 12” 57

1 ’ 20” 60

1’ 11” 90

1’19" 43

200 peito

-

-

Maurício

Laura

Valdo

Ada

Adalberto

Adalgisa

9

-

2’ 48" 19

3’ 02” 21

2’ 40” 20

2’51" 76

2’ 33” 67

2’ 44" 37

50 borb.

Fulvio

Leda

Abílio

Telma

Jean

Hilda

Jonas

Ema

Euclides

Sueli

45” 72

48" 01

41" 22

44" 40

35" 39

40” 68

31 ”90

36" 07

29” 69

34" 43

100 borb.

-

-

Regis

Dina

Rui

Léa

Castor

Sula

Adriano

Zélia

-

-

1' 23” 64

1'29" 48

1’ 13” 12

1'22” 33

1’06” 70

1’ 15” 20

1 ’ 02” 13

1’ 10" 10

200 borb.

-

-

Dantas

Gila

Jonas

Rita

Felício

Katia

-

-

-

-

2' 30” 72

2’ 46” 93

2’ 24" 42

2’ 41” 27

2’ 18” 94

2’ 31" 96

sábado, 26 de setembro de 2015

Como manter alta a motivação da equipe

Como manter alta a motivação da equipe

Se a equipe for muito forte, diremos aos nossos nadadores que desejamos isto para ver como se portam com atletas muito melhores. Aproveitaremos para colocar o adagio esportivo que serve sempre de ânimo para as grandes ocasiões: “é melhor sabermos para quem perdemos que não sabermos de quem ganhamos.

Anunciaremos em cartazes ou qualquer outro tipo de propaganda a categoria da equipe que nos visita, como: Primeira Equipe do Estado, ou, Segunda Força da Natação Brasileira, ou qualquer outra coisa que lhe faça jus de forma a ressaltar o valor da competição e colocar nossos nadadores em plano de disputa com responsabilidade, sem que a derrota venha constituir um ponto de vergonha.

Uma outra forma de se manter alta a motivação da equipe é construir um quadro de recordes e, em toda competição, mesmo não se classificando entre os melhores, pode demonstrar ao público sua melhoria ao romper o recorde do clube.

Enfim, o que o técnico estará procurando nada mais será que estimular seus atletas para desenvolver respostas, criarem atitudes e melhorarem suas habilidades, de modo a criar um vínculo que una um nadador ao outro e cada um deles ao técnico, ou seja, o princípio da família aquática, a gênese do verdadeiro esporte evolutivo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Tratando de uma competição de natação - dicas aos técnicos

Tratando de uma competição de natação - dicas aos técnicos

Quando nós temos uma competição, a importância que ela terá, estará diretamente ligada àquela que nós impuzermos para nossos comandados. Primeiramente, anunciamos para eles o evento, em seguida lhes imprimimos o maior valor possível e, posteriormente, nos dirigimos a uma larga propaganda dentro do clube e fora dele.

Exemplifiquemos:

1) Tratamos uma competição com uma equipe fraca em relação à nossa,

no mês de maio, sem muito interesse em particular, mas nossa ação

assim se processará:

a) Reunimos os atletas e lhes comunicamos: “Vamos ter, no próximo sábado, em nossa piscina, o clube Tal que poderá parecer a vocês que são muito fracos tecnicamente e isto não nos levará a resultado algum, entretanto, vocês precisam saber que, como estão trabalhando intensamente, na sala de ginástica, no campo de atletismo e na piscina, precisamos testar suas condições, para sabermos quando estaremos prontos para uma próxima fase. Além disso, nos interessa saber como você se porta em luta contra o cronômetro, sem ser “apertado” pelo “adversário”.

b) Ainda poderemos adicionar: “Vamos recebê-los com toda cortezia”. Lembrem-se: Atleta é aquele que sabe respeitar e valorizar seu adversário.

c) Vamos mostrar-lhes que, longe da luta pela medalha está a luta pela união da humanidade pelo esporte.

d) Pedimos aos pais que se organizem em grupos e ofereçam lanches aos nossos convidados,

e) Colocamos uma faixa de saudação ao clube visitante.

f) Escrevemos em cartolina (não imprimimos para baratear o custo),

cartazes ressaltando a qualidade de ambas as equipes, solicitando aos associados que compareçam para prestigiarem nossos atletas e saudar os visitantes.

g) Vamos às imprensas escrita e falada e solicitamos sua colaboração através de convites especiais.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Metas e objetivos na Natação Competitiva

Metas e objetivos na Natação Competitiva

Qual nosso objetivo? Natação Competitiva - Selecionar

Todo material que usemos ainda será pouco para tentar motivar, não apenas a criança, mas também os pais. Assim, quadros, figuras, cartazes, músicas, desenhos, pranchas, uniformes, toucas, reuniões, festas, filmes, passeios, competições e premio, tudo o que pudermos lançar mão, o faremos, para estimular o principiante.

Ativar Também é Motivar.

Quando conseguimos nosso intento, temos que criar motivação para passar o aprendiz para o aperfeiçoamento, e nosso objetivo de caminhar em busca da equipe principal, pode ser mesmo para as crianças, a razão central.

Porque melhorar b tempo ou o estilo? Para ganhar de outras da mesma idade e conseguir uma vaga para competições e viagens.

Nós podemos criar viagens curtas, médias e longas, e mais longe irá quem melhor estiver. Podemos determinar prêmios para quem alcançar primeiro determinada metragem, como por exemplo:

1o estágio

10.000

metros nadando

2o estágio

20.000

metros nadando

3o estágio

40.000

metros nadando

4o estágio

80.000

metros nadando

5o estágio

150.000

metros nadando

6o estágio

200.000

metros nadando

7o estágio

500.000

metros nadando e assim por diante.

Estas etapas são apenas exemplos, mas elas podem iniciar no aperfeiçoamento e atingirem o treinamento.

Podemos prever medalha por índice, como o exemplo que se segue:

1) Nado Livre

50 metros

40 segundos uma targeta

35

uma flâmula

30

uma medalha de bronze pequena

29

uma medalha de bronze grande

28

uma medalha de prata pequena

27

uma medalha de prata grande

26

uma medalha de ouro pequena

25

uma medalha de ouro grande

2) 100 metros -

nado livre

1' 30"

mesmo prêmio do primeiro referente aos 50 metros

1' 20”

mesmo prêmio do segundo referente aos 50 metros

1' 10”

mesmo prêmio do terceiro “ aos 50 metros

1' 05"

mesmo prêmio do quarto “ aos 50 metros

1' 00"

mesmo prêmio do quinto referente aos 50 metros

58"

mesmo prêmio do sexto referente aos 50 metros

56"

mesmo prêmio do sétimo referente aos 50 metros

54"

mesmo prêmio do oitavo referente aos 50 metros

Devemos deixar claro que os prêmios serão sempre os mesmos, mas poderão ter algo escrito ou gravado, alusivo ao feito, por isso, daqui para a frente, colocaremos apenas os tempos.

3) 200 metros nado livre

Tempos: 3' 00” - 2' 50" - 2' 40" - 2' 30" - 2' 20"

- 2' 12" - 2' 05" - 2' 00"

4) 400 metros nado livre

Tempos: 5’ 20” - 5’ 10” - 5' 00” - 4’ 50” - 4’ 40”

- 4’ 30” - 4' 15" - 4' 05"

5) 800 metros nado livre (para moças e rapazes) - Pode ser em competições internas.

Tempos:

11'30 - 11'00” - 10'30 -10'00"- 9’ 30" - 9’20” - 9’ 00” -8' 50”

6) 1.500 metros nado livre (para rapazes e moças)

Tempos: 19’ 00” -18’ 30” - 18’ 00" -17' 30”

-17'00"-16'30”-16'10”- 15’50"

7) 50 metros nado de costas

Tempos: 45" - 40" - 35" - 33" - 31" - 30” - 29" -

28"

8) 100 metros nado de costas

Tempos: 1'30” -1'25“ -1'20” -1'15" -1'10” -

1'05" - 1'03" 1'00”

9) 200 metros nado de costas

Tempos: 3’ 00” - 2’ 50” - 2’ 40” - 2’ 30” - 2’ 20”

- 2’ 10”-2'07" - 2’03"

10) 50 metros nado de peito

Tempos: 50”- 45" - 40” - 38" - 36" - 34" -33"

-32"

11) 100 metros nado de peito

Tempos: 1'40” - 1'35" - 1'30” - 1'25" - 1'20”

1'15" -1'10” - 1'07"

12) 200 metros nado de peito

Tempos: 3' 30” - 3' 20” - 3' 10” - 3' 00” - 2' 50”

- 2'40”-2' 30”- 2'20”

13) 50 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

14) 100 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

15) 200 metros nado borboleta - Tempos: Idem ao costas.

16) 100 metros nado medley

Tempos: 1'40” - 1'35" - 1'30” - 1'25" - 1'20”

1'15" - 1'10”- 1'08"

17) 200 metros nado medley Tempos:

3'10”- 3'00”- 2’50”- 2’40”- 2’30” - 2’ 20” - 2’ 10”- 2’08"

18) 400 metros nado medley

Tempos: 5'30”- 5' 20”- 5’10”- 5’ 00"- 4’50”

- 4'40" - 4'30" - 4'25"

Diante destes exemplos, você poderá criar o que lhe for conveniente para o estímulo de sua equipe, uma vez que a ela se adapte.

Recortes de Jornais, publicação de notícias, são coisas que muito nos auxiliam na motivação do atleta, entretanto, não podemos nos esquecer jamais que o nosso objetivo principal é conseguir perfórmances através de competições e, por isso, elas estão sempre em primeiro lugar. Nós enfatizamos isso porque, alguns técnicos criam muitos interesses internos em sua equipe e se afastam de competições, muitas vezes para não assistirem a derrota de seu time, e isto os levará, invariavelmente, a uma falsa noção da equipe que se diluirá por falta de confronto.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A motivação impulsiona o atleta

A motivação impulsiona o atleta

Motivação

Este título não é apenas a mola propulsora de uma equipe de natação, mas de tudo o que se refere à atividade humana.

O técnico tem que possuir regras para si que contenham a mesma proporção de rigidez que ele utiliza para os atletas.

Alguém, muito experiente, com tempo suficiente de prática na piscina, chamou asi mesmo de “Camaleão”, eseorgulhava de tomar aforma que a equipe desejava que ele tivesse.

Este capítulo se divide em uma parte psico-pedagógica que explica a atuação de motivar e uma outra que nos apresenta a prática como a atuante direta.

Não podemos dizer que o que aqui propomos possa representar “generalização universal”, isto é, que venha servir de uso a todos os técnicos que nos lerem, o que seria uma enorme pretensão, mas, mesmo assim, poderá ser utilizado como guia, como base, para o início da motivação.

É preciso, entretanto, nos convencermos que ela é inerente ao ser humano e nós a procuramos e praticamos diariamente, para nosso deleite ou solução alegre para nosso quotidiano.

Aqui, porém, quem está em foco é o atleta, individualmente e em equipe. Precisamos, antes de mais nada, conhecermos suas necessidades, desejos e objetivos. Para construir um guia para tantas tendências, isto não será apenas uma desafio para o técnico, mas uma batalha diária que ele tem que vencer.

Não podemos nos esquecer que a motivação se refere à psicologia experimental que representa o mais desgastado assunto nestes últimos 40 anos. A isto nós nos referimos para que nossos leitores que tanto têm buscado neste ramo da psicologia, a solução para os problemas de sua equipe, saibam que, após tanta leitura, nós tivemos que situar de pronto as necessidades de motivação, os meios para respondê-las e a duração da manutenção do interesse, pois, é necessário saber se ele é de alcance próximo, médio ou remoto.

Primeiramente vamos nos colocar no tópico que abrangeria o primeiro estágio de um técnico: O Aprendizado. Desta forma teremos sempre em mente: aprender é motivar e é preciso motivação para aprender.

Nós nos deparamos, desde o primeiro dia com um ser humano que corresponde a um intrincado labirinto de tendências, desejos e objetivos que nós temos que adequar ou modificar, segundo também, nossos interesses, ou nos modificar para podermos alcançar a pessoa que se nos apresenta. :

Estamos receosos de não sermos claros, por isso, ao invés de rebuscar assuntos e termos psicológicos, vamos colocar nosso pensamento, calcado em nossos anos de experiência e esperar que, se o objetivo não for entendido, alguém nos procurará e nos auxiliará em nosso intento.

Já vimos qua a motivação contém, diante da explanação, os mais variados caminhos que não apenas se diferenciam segundo cada indivíduo, mas dentro dele mesmo isto acontece, tornando-o perdido de si mesmo, dependendo do estagio que se encontra. Vamos pois, imaginar que iniciamos nosso trabalho e precisamos situar normas e planos para atingir o primeiro objetivo que é Aprendizagem.

Falamos já que cada indivíduo que inicia traz consigo desejos e objetivos. Vamos tentar imaginar, ligeiramente, neste começo de trabalho, com quem nos deparamos e a quem precisamos motivar.

1) Crianças são levadas à piscina para aprenderem a nadar apenas um pouco.

2) Outras são filhos de ex nadadores, cujos pais gostariam de vê-los campeões.

3) Algumas vão sozinhas, porque seu vizinho ou colega foi também.

4) Várias delas foram procurar cura para a bronquite ou outro mal qualquer.

5) Certas crianças são demais ativas e os pais querem gastar suas energias.

6) Há crianças calmas, quietas, agitadas, barulhentas, medrosas, afoitas, interessadas, apáticas, tristes, alegres, gordas, magras, grande demais, muito pequenas, enfim, se nós fôssemos descrever os tipos existentes, seria pouco este livro mas o mais curioso é que os pais levam uma criança para emagrecer, outros levam para engordar, alguns para acalmar e ainda outros para agitar, e nós somos os artifíces de tão grande discrepância.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Exercícios Isocinéticos

Exercícios Isocinéticos

Exercícios Isocinéticos

Como já foi dito anteriormente, exercícios com aplicação isocinética são executados em aparelhos cuja resistência ao movimento é a mesma durante todo ele, sem que altere a velocidade.

As máquinas inventadas para tal fim, tiveram seu início com James Perrine, e foram difundidas por todos os Estados Unidos da América do Norte, com a principal participação do Dr. James E. Counsilman.

Hoje conhecemos o “Life Line Gym" que é um aparelho com haste dura de plástico com uma fissura por onde passa uma borracha sintética com resistência preparada para os exercícios isocinéticos.

O Exer Genie é um aparelho pequeno, com regulagem de pressão, de onde saem duas cordas fortes (de nylon ou algodão), com uma manopla em cada uma, para ser segura pelo nadador a fim de que possa ele realizar os movimentos. O aparelho pode ser preso em um prego, uma haste grande, um gancho ou qualquer saliência que possibilite que ele fique seguro.

O último e mais eficaz aparelho isocinético é o Mini Gym.

É uma máquina com um eixo giratório, tendo nele uma corda enrolada a qual possui uma manopla onde o nadador segura para executar os exercícios.

A máquina tem um Dinamógrafo aclopado que serve para regular a resistência dinâmica que se deseja.

Este aparelho pode ser colocado na parede, no chão, em estensores ou no teto. Precisa, unicamente, estar fixo para realização do exercício que pretendemos.

Uma empresa Norte Americana, Nautilus Sports Medical Industries, fabricou, para uso do esporte, com a finalidade de condicionamento físico o Nautilus que constitui-se de várias partes, com os mais diversos tamanhos e formas de utilização, de modo a nele ser acoplado o Mini Gym, para o trabalho istônico e isocinético, com possibilidade de realização do isométrico e semi isométrico, o que veio realmente atender todas as reivindicações esportivas no que concerne à preparação física.

Nós temos, no Brasil, o Apoio, uma máquina que nos serve no momento, na falta do Nautilus, bem como um aparelho semelhante ao Mini Gym, sem no entanto ter acoplado o dinamógrafo.

O que mais utilizamos hoje em dia são os puxadores que nada mais são que cordas de borracha sintética, com resistência próxima à da água com exercícios e séries os mais variados.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 14o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 14o exercício

14o Exercício- Sobre o plinto - com sapato de ferro - batimento de crawl e costas - 10 repetições para cada pé.


Efeito- do movimento de crawl - grande glúteo- extensor do baixo dorsal - tendões da perna - gastrocnemius - soleo - músculos do pé - do movimento de costas reto abdominal - ilopsoas - quadriceps - extensor do pé.

Efeito- Grande glúteo - tendões da perna - quadriceps - gastrocnemius - sóleo - 5 a 10 repetições

domingo, 20 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 13o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 13o exercício

13o Exercício-Puxada lateral com pull-over. Deitado, em decúbito dorsal com os braços ao longo do corpo, segurando halteres de mão. Rodar os braços para trás, colocando-os na posição de pull-over - realizar este exercício e voltar à posição inicial - 5 a 10 repetições.


Efeito - Deltóides - peitorais - triceps - biceps - serrato anterior - teres maior e dorsais.

sábado, 19 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 12o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 12o exercício

12o Exercício- Supino - 10 a 15 repetições.


Efeito - Peitorais - triceps. Nota: Há 2 tipos: Braços abertos e mais fechados.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 11o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 11o exercício

11o Exercício- Pull-over - 5 a 10 repetições.


Efeito- Parte superior dos braços - triceps - peitorais.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 10o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 10o exercício

10o Exercício - Rotação do ante-braço - Deitado de costas - braços flexionados em ângulo reto - baixar a barra e voltar ao ponto de partida -10 a 15 repetições.


Efeito- Importante exercício para os músculos que interveem no movimento rotatório do braço, o que acontece nos quatro estilos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 9o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 9o exercício

9o Exercício- Crucifixo deitado - 15 a 20 repetições


Efeito- Sobretudo os peitorais.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 8o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 8o exercício

8o Exercício- Crucifixo em pé - (pode ser com o corpo flexionado) - 15 a 20 repetições.

Efeito - Fibras médias e posteriores do deltóide -supra espinhoso - Trapézio Serrato anterior


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 7o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 7o exercício

7° Exercício- “Banana” - Elevação da barra, partindo detrás da cabeça com as mãos juntas ou separadas e cotovelos altos - 5 a 10 repetições.


Efeito-Triceps.

domingo, 13 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 6o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 6o exercício

6o Exercício - Empurrada para trás - até 10 repetições.

Efeito - Teres maior -deltóides - grande dorsal-rombóide - trapézio - triceps.


sábado, 12 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 5o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 5o exercício

5o Exercício - Grande remada- 10 a 15 repetições.

Efeito - Músculos superiores dos ombros e braços.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 4o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 4o exercício

4o Exercício - Pequena remada -10 a 15 repetições.

Efeito - Parte superior do braço- deltóides -trapézio - peitorais.


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 3o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 3o exercício

3o Exercício- Flexão do ante-braço sobre o braço (de pé ou sentado) -10 a 15 repetições.


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Exercícios de peso para atletas de natação - 2o exercício

Exercícios de peso para atletas de natação - 2o exercício

2a Exercício- Partindo dos ombros, elevação do peso atrás da cabeça. Extensão total dos braços, forçando para trás da cabeça - 5 a 10 repetições.


Efeito-Trabalho da parte alta das espáduas, trapézio-triceps-deltóides.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Exercícios com pesos para atletas de natação

Exercícios com pesos para atletas de natação

Vamos agora aos exercícios com pesos que nós utilizamos e que aqui colocamos como exemplo, para orientar novos técnicos.

Nós nos servimos, exatamente, da seqüência que abaixo expomos.

Supomos que já houve um prévio aquecimento, exercícios de alongamento e flexibilidade, após o que efetuaremos a prática de trabalho com pesos.


Efeito- Como a maioria dos músculos trabalham nas flexões-extensões dos membros inferiores, este exercício desenvolve as massas lombares. Força - potência.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Cuidados Necessários no trabalho de força

Cuidados Necessários no trabalho de força

Cuidados Necessários

Ao tentarmos aumentar a força do atleta, corremos alguns riscos que devemos evitar, tais como o aumento da massa muscular, tornando-o duro e pesado e também algumas lesões e mesmo o "Stress", e para tanto, tomamos certas precauções que enumeramos:

1) Silêncio em uma sala de ginástica.

2) Ficar dentro da sala somente o número de pessoas que poderão trabalhar.

3) Aquecimento suficiente.

4) Desenho dos exercícios na parede, para que possam ser bem executados.

5) Espelho, para que se evite má execução.

6) Um professor deverá estar presente, para evitar erros e excessos.

O professor, se não tiver conhecimento suficiente sobre a utilização dos pesos, para evitar erros irreparáveis, ou estudará pormenorizadamente antes de iniciar o programa ou entregará a pessoa de capacidade reconhecida.

domingo, 6 de setembro de 2015

Musculação para atletas mulheres

Musculação para atletas mulheres

Uma coisa será, indubitavelmente, questionada, senão pelo técnico, pelo menos pelos pais ou atletas:... E que dizer do preparo muscular da mulher?

Podemos dizer que este não é um problema insolúvel, embora, se olharmos pelo lado psicológico e social nos vejamos frente à seguinte afirmação: "O preparo muscular da mulher serve como deformador da estética feminina". Isto, entretanto, pode ser evitado com uma série de outros exercícios que dão força e que não parecem à mulher uma forma grosseira de trabalho, por isso, podemos treinar com extensores, roldanas, exercícios isométricos e isocinéticos, embora o que realmente deveria ser feito é um esclarecimento sobre a aquisição de tônus muscular e sua perda, para que a mulher ou os pais, pudessem receber a preparação da nadadora como um trabalho normal e sem conseqüência desfavoráveis em futuro próximo ou remoto.

Nós gostaríamos de indicar outras formas de preparação para a mulher, mas sempre esbarraremos no “tabu” que envolve a prática esportiva para o sexo feminino no Brasil.

sábado, 5 de setembro de 2015

Quantas vezes por semana devemos trabalhar?

Quantas vezes por semana devemos trabalhar?

Quantas vezes por semana devemos trabalhar?

Vamos responder o que realmente realizamos: Iniciamos com 2 vezes por semana, passamos para3,4 e finalmente, 5, o que mantemos até alcançarmos o que chamamos de pré-polimento, quando iniciamos uma regressão, até a extinsão total do peso.

Nós nos identificamos com Richard A. Berger (USA), quando ele afirma que se nós desejamos força e velocidade, a melhor maneira de obtê-las é com cargas sub-máximas e realizando de 6 a 10 repetições. Estudando, lendo e procurando outros autores, nós nos fixamos nas repetições de 10 vezes e iniciamos com apenas uma série, que aumentará segundo cada atleta.

Se nós desejamos força e potência, não precisamos aumentar as repetições ou as séries, basta aumentar a intensidade desde que seja gradual e não atinja o máximo. Nós só aumentamos repetições ou séries, quando a intensidade sub-máxima está longe de alcançar a fase de pré-polimento.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Qual o peso que devemos utilizar no exercício?

Qual o peso que devemos utilizar no exercício?

Qual o peso que devemos utilizar? Podemos dividir em tipos de cargas, segundo sua intensidade:

1) Pequena intensidade - 60 a 70% da capacidade total do atleta

2) Média intensidade - 70 a 80%

3) Grande intensidade - 80 a 90%

Esta última chamaremos sub-máxima.

Com os tipos acima descritos, parece que entramos em choque com uma afirmação atrás que fala sobre 30% da capacidade do atleta, mas isto tem que ser visto da seguinte maneira: nesta percentagem, iniciamos um atleta no peso, com qualquer dos grupos acima, podemos trabalhar uma ou mais temporada ou fase dela.

A seguinte questão viria do técnico ainda novo “Quando Se Poderá Executar o Trabalho de Peso?”

Já mencionamos atrás que iniciamos apenas na 3a semana da primeira etapa do treinamento, entretanto, é bom frizar que isto corresponde à nossa filosofia de trabalho e que o leitor poderá encontrar de outras formas com outros técnicos.

Para sermos mais claros, no primeiro período da temporada, utilizamos cargas baixas e vamos aumentando segundo ela caminha, até alcançarmos 80 a 90% bem antes de atingirmos o polimento.

Temos o hábito de realizar durante a semana, intensidades variadas, para desenvolvermos ao mesmo tempo: força, potência e flexibilidade.

Quando tentamos responder qual o número de repetições que se deve utilizar, precisamos também colocar em pauta, a série, o que nos levará indubitavelmente ao efeito que se deseja, por isso, primeiramente vamos definir repetição: é o número de vezes que nós realizamos as repetições com um determinado intervalo entre cada uma delas, levando-se em conta que o repouso entre cada série está condicionado também ao objetivo a atingir assim, resistência se adquire com pouca intensidade, muitas repetições e pouco repouso; força se consegue com muita intensidade, muito repouso e pouca repetição.

Entretanto, conseguir uma tabela de cada objetivo, com suas respectivas intensidade, repouso, repetições e séries, é, praticamente, impossível, já que tudo está ligado ao individualismo, ao que possui o treinador no sentido de equipe, material, local e tempo disponível; mas vamos tentando esmiuçar o mais que pudermos, tudo o que estiver ao nosso alcance.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Exercícios Isotônicos para nadadores

Exercícios Isotônicos para nadadores

Exercícios Isotônicos

Embora as três classes de exercícios, isométricos, isotônicos e isocinéticos, sejam para o desenvolvimento da força, pelo seu uso mais comum e por sua aparência, ficou o segundo tipo sendo o conhecido como tal.

O trabalho de condicionamento físico começa na primeira semana da temporada, entretanto, a utilização de pesos se inicia na terceira semana, com uma gradação tal que possibilite ao atleta começar com uma carga de 30% de sua capacidade, até alcançar um trabalho sub máximo ou máximo, segundo as características de cada um.

Todo trabalho com peso deve ser precedido de uma boa preparação, um condicionamento capaz de tornar possível sua execução, sem entrar em “Stress" muscular o que viria, com certeza, paralizar seu trabalho.

Como nossas equipes de natação são, em sua maioria, adolescentes e pré adolescentes, vamos fixar o começo do trabalho com peso entre 15 e 16 anos,

embora sua preparação com pesos menores possa iniciar-se aos 13 anos, a fim de, chegada a idade, termos atletas fortes e bem condicionados para um treinamento programado.

O que muito coloca o técnico em dúvida é a quantidade de peso a ser usada, quando se poderá fazê-lo, com que repetições, quantas vezes por semana e com que intensidade.

Vamos tentar responder a estas questões que, antes de tudo, tem que ser do conhecimento do técnico, por seus estudos, sua visão e capacidade para a aplicação em sua equipe já que o individualismo comanda este trabalho.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Exercício de força isométrico para o atleta de natação com duplas

Exercício de força isométrico para o atleta de natação com duplas

Há também exercícios isométricos com duplas, que nós não descreveremos, mas apenas colocaremos, sobre ele, desenhos, ficando sua utilização por parte de nossos leitores.

Fotos sobre isometria em duplas:


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Exercício de força para o atleta de natação No 8

Exercício de força para o atleta de natação No 8

Exercício No 8 - Na mesma posição, com braços flexionados, cotovelos para baixo, mãos para cima, palmas das mãos sobre os batentes, pressionar por 10 segundos com 3 de repouso, repetindo de 5 a 10 vezes.

Principal ação- Força do braço, ante-braço e ombro.

Principais músculos- Cubitais, radiais externos, anconeo, coraco braqui-al, triceps, deltóides e trapézio.

Principal- Borboleta.